Rápidas | Mãe não quer federalização de investigação sobre execução de Marielle

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Foto: Internet

A advogada Marinete da Silva, mãe da vereadora e socióloga Marielle Franco, assassinada a tiros em março do ano passado no Rio de Janeiro, esteve em Goiânia durante a semana que passou participando da Semana de Arte Negra, promovida pela deputada Delegada Adriana Accorsi, na Assembleia Legislativa.

Ao Tribuna do Planalto, Marinete disse que independente de quem seja o mandante do crime contra Marielle, que a Justiça tem de ser feita. Ela não citou nomes de suspeitos, mas não ficou surpresa com o rumo das investigações, que apontam membros da família Bolsonaro como suspeitos. Ela afirmou também que é contra a federalização das investigações. “Queremos que as investigações permaneçam no Rio de Janeiro, longe de Brasília, onde pode sofrer a influência de Sérgio Moro. Queremos a investigação nas mãos da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Ministério Público do Rio de Janeiro. Exigimos Justiça por Marielle”.

Henrique Cesar eleito 3° vice-presidente da Assembleia

O deputado estadual Henrique Cesar, do PSC, foi eleito para o cargo de terceiro vice-presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, cargo que estava vago desde a mudança do Regimento Interno da Casa. Ele já tomou posse. Ele foi o único candidato, já que a deputada Delegada Adriana Accorsi, do PT, retirou seu nome da disputa, em nome do consenso. “Fizeram uma proposta para que seja criada uma quarta vice-presidência da Casa, permanente e com ocupação exclusivamente feminina, para a Mesa Diretora, no biênio 2021-2023, e eu concordei com essa proposta”, explicou.

Indicação de Bia de Lima é vetada pela Justiça

Os deputados aprovaram, em votação única e nominal, o projeto de lei de nº 6628/19, de autoria da Governadoria, que sugere a indicação do nome de Maria Euzébia de Lima, conhecida como Bia de Lima, para compor, pelo período de quatro anos, o Conselho Estadual de Educação, na condição de membro titular.

Justiça

Como o projeto já havia sido rejeitado pela Assembleia e o regimento da casa proíbe que a mesma matéria seja apreciada duas vezes em plenário, o deputado Delegado Humberto Teófilo (PSL) impetrou na Justiça um mandado de segurança para barrar a indicação de Bia e obteve decisão favorável do desembargador Marcos da Costa Ferreira, que determinou a suspensão imediata do projeto.

Fim do DPVAT

Governo federal anunciou em novembro o fim do seguro obrigatório para veículos, porém existe algumas questões que ainda não foram esclarecidas. Uma delas é sobre o pagamento com o gasto com papel especial e com a logística de distribuição do material para unidades do Detran de todo o Brasil. Pois ambos os custos estavam inclusos em seguro extinto por Bolsonaro. Com o fim do DPVAT o governo brasileiro precisará assumir o custo aproximado de 270 milhões de reais com a compra e distribuição do papel utilizado na emissão do certificado de registro e licenciamento de veículos, mais conhecido pelos motoristas como o “documento do carro”. Quem será o novo encarregado pela confecção dos papéis utilizados na produção dos documentos e pela sua distribuição? Isso ainda é uma dúvida que paira sobre o governo.

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