Goiás integrará Projeto Rondon em 2020

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Foto: Divulgação

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds-GO), integrará o Projeto Rondon em julho de 2020. Executado pelo Ministério da Defesa, o projeto celebra parcerias com órgãos públicos e universidades para promover desenvolvimento sustentável nas comunidades mais carentes do país e contribuir com a formação cidadã de jovens universitários.

O governador Ronaldo Caiado e a secretária Lúcia Vânia assinaram acordo de cooperação técnica com o Ministério da Defesa para a fase do projeto em Goiás, batizada de “Operação Lobo Guará”. Segundo o coronel Martins, coordenador regional do Projeto Rondon, em abril próximo haverá uma visita prévia às cidades goianas atendidas envolvendo professores e coordenadores do projeto com o objetivo de preparar as jornadas de julho próximo, previstas para o período de 11 a 26 de julho do ano que vem. As jornadas se dão sempre no período de férias escolares dos estudantes. Este ano, o projeto já esteve no Paraná, Acre e Piauí.

As cidades goianas que serão atendidas no projeto estão na Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (Ride) do Entorno do Distrito Federal e alguns municípios da região Nordeste elencados no Índice Multidimensional de Carência das Famílias de Goiás (IMCF), estudo dos municípios com os menores índices de desenvolvimento social realizado pelo Instituto Mauro Borges (IMB), da Secretaria Estadual de Economia.

Dentre as atividades que serão levadas às comunidades estão oficinas e cursos rápidos de capacitação nas áreas de saúde, educação, trabalho e agricultura.

“Resgatamos o espírito do programa, que é levar ações que ajudem no desenvolvimento autossustentável dessas comunidades ao mesmo tempo em que incentiva o engajamento dos jovens universitários nessas ações de também de cidadania”, comenta o coronel Martins.

Histórico

O Projeto Rondon nasceu em julho de 1967, quando foi realizada a Operação Piloto, liderada pelo marechal Cândido Mariano da Silva Rondon. A iniciativa contou com a participação de 30 alunos e dois professores universitários da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, da Universidade Federal Fluminense e da PUC do Rio de Janeiro.

Durante 28 dias, os rondonistas realizaram trabalhos de levantamento, pesquisa e assistência médica em Rondônia. Em 1989, o Projeto Rondon teve suas atividades encerradas, mas foi retomado em janeiro de 2005, em Tabatinga, no Amazonas.

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