UFG realiza campanha para uso de máscaras de proteção reutilizável em tecidos

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A Universidade Federal de Goiás se engajou na campanha de combate à pandemia do coronavírus com vários projetos e com inúmeras ações. O Projeto de Equipamentos de Proteção Individual (EPI UFG) visa a confecção de equipamentos para os profissionais da saúde. Já o projeto de extensão “Eu te respeito, você me respeita”, criado pelo professor da Faculdade de Medicina da UFG Marcelo Rabahi tem como uma das suas ações uma campanha para incentivar o uso de máscaras têxteis (máscaras de proteção reutilizável) pela população. Essas máscaras podem ser de fabricação caseira ou mesmo produzida em escala industrial pela cadeia de confecções goiana. A campanha “Eu te respeito, você me respeita” pretende esclarecer sobre as vantagens de utilizar a máscara têxtil (máscaras de proteção reutilizável) em conjunto com outras medidas de controle como o isolamento social, higienização das mãos e uso do álcool em gel.

Para auxiliar a população a se proteger foi criado um guia de orientação para confecção e uso de máscaras faciais de tecido. As máscaras estão sendo recomendadas pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), pelo Ministério da Saúde brasileiro e por vários outros países, como uma das medidas de enfrentamento para diminuir a propagação do vírus SARSCoV-2, causador da doença COVID-19.

É importante que a máscara siga algumas orientações gerais: ser feita de tecido que permita encaixe confortável, ser fixada por tiras ou elásticos e ter dupla camada de tecido, sendo higienizada corretamente ao final do uso para nova utilização.

Tecidos

O guia além de mostrar como é a confecção do modelo de máscaras, também fala sobre tecidos que podem ser utilizados. Uma das sugestões são tecidos 100% algodão como a tricoline.

Higienização

O professor Marcelo Rabahi explica que a máscara precisa ser lavada, preferencialmente deixando de molho em água sanitária (no caso de tecidos que permitam esse uso) e sabão, sendo depois lavada normalmente. A professora Maristela Novaes também sugere ferver a máscara para melhor higienização, o que é possível em tecidos de 100% algodão.

Confira o guia completo aqui.

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