Prefeitos do Entorno pautam os principais gargalos no combate ao Coronavírus

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Foto: Getty Imagens

Em videoconferência com o governador e prefeitos de Goiás, na noite desta segunda-feira, 18, os representantes do Entorno do Distrito Federal, região que sempre mereceu atenção devido à vulnerabilidade social da população, discorreram sobre os principais problemas que enfrentam no combate ao coronavírus, um deles, o grande fluxo de pessoas que trabalham em Brasília. A prefeita de Luziânia, Edna Aparecida, sugeriu que seja feita uma negociação junto à Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) para que os ônibus não saiam das cidades rumo à capital tão cheios.

Ela também aproveitou a oportunidade para agradecer ao governador a instalação de um hospital de campanha no município, na semana passada, e a destinação de 11 respiradores, para a unidade, que passará a ser referência para a região depois do fim da pandemia. O prefeito de Formosa, Gustavo Marques, igualmente agradeceu a Caiado pela estadualização do hospital da cidade e disse que só abriu o comércio, com medidas de prevenção, depois de colocar cinco barreiras sanitárias e determinar o fechamento da rodoviária.

Paralelamente ao trabalho que os prefeitos agora assumem de contenção da doença no Estado, o governador Ronaldo Caiado destacou que prossegue com a regionalização da Saúde e com a estadualização dos hospitais já anunciados – além do de Formosa, entram nesta lista os de Luziânia, Jataí, São Luís dos Montes Belos, Itumbiara e o convênio a ser firmado com a Prefeitura de Porangatu. O governador também colocou à disposição os efetivos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para auxiliarem os prefeitos na fiscalização do cumprimento dos decretos municipais.

Ao final do encontro, o procurador-geral de Justiça de Goiás, Aylton Vechi, também falou aos prefeitos. Ressaltou a dificuldade de combater um inimigo invisível, que muitas vezes é desacreditado até chegar às nossas famílias. “Compreendemos a situação dos municípios e prefeitos, mas pedimos que tenham muita consciência e atuem junto ao Ministério Público, que não pode ser visto como alguém que induz ações na justiça, mas como parceiro nos projetos que forem relacionados à preservação da vida, especialmente, nesse momento grave que nós estamos vivendo e enfrentando.”

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