Auxílio Alimentação será substituído pelo Kit Alimentação para todos os alunos

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Alunos vão receber kit alimentação a partir de agosto

A Secretaria da Educação liberou duas parcelas do Auxílio Alimentação, num total de R$ 150,00, para os estudantes da rede pública estadual de ensino, cujas famílias são beneficiárias do programa Bolsa Família do Governo Federal. Esse recurso, neste período da pandemia da Covid-19, atende a 109 mil alunos, cujas famílias vivem em situação de vulnerabilidade. O total de famílias atendidas é de 83 mil. A secretária de Educação de Goiás Fátima Gavioli disse que esse recurso faz muita diferença na qualidade de vida da família. “Se a mesma família tem seis alunos matriculados na rede estadual, e ela é cadastrada no Bolsa Família, o estado repassa essa verba por aluno”, então o recurso é multiplicado por seis. Para o mês de agosto, a Secretaria está lançando uma nova modalidade de auxílio, o Kit Alimentação, que abrangerá todos os alunos da rede.

De acordo com Gavioli, a partir de agosto, com a volta das aulas, esse sistema muda, passando agora para distribuição de um Kit Alimentação: “Esse repasse encerrou agora em 30 de junho. Em julho, é férias. Em agosto, quando retornarmos, não será repasse para alunos vulneráveis, será a entrega de um kit alimentação, feito pela escola, para cada aluno da rede pública, ou seja, para os 532 mil alunos. Se o aluno quiser abdicar do direito de receber o kit, ele o fará por escrito à direção da escola, podendo então doar a um aluno que acredita estar em maior dificuldade que ele”. Para sacar, a pessoa tendo cadastro no Bolsa Família, é só se dirigir a uma Casa Lotérica ou à Caixa Econômica Federal. Observou que esse é um recurso oriundo do Tesouro Estadual, mas que a partir de agosto haverá a junção das verbas estadual e federal para a aquisição do Kit Alimentação.

A secretária informou que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa (INEP) marcou reunião com os secretários de Educação para ouvir a opinião deles sobre as três datas mais citadas na pesquisa feita com os alunos inscritos ao Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), dezembro 2020 janeiro e maio de 2021, para a definição da data de realização das provas. Na pesquisa, venceu o mês de maio de 2021, mas, para a secretária, o máximo de prazo para a fazer a prova do Enem de 2020 deveria ser início de fevereiro. Por isso mesmo disse não entender porque o prazo que venceu foi maio. Para ela, no entanto, a participação foi muito baixa na pesquisa e os alunos que optaram por escolher o mês de maio podem perder o “time”, o foco no Enem.

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