Editorial | Plano Diretor, a cidade e as eleições

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Durante a semana que passou, cinco audiências públicas foram realizadas na Câmara Municipal para discutir o Plano Diretor de Goiânia antes que ele seja votado em definitivo pelos vereadores e encaminhado com emendas que o prefeito Iris Rezende o sancione. Longe da participação popular esperada quando houve a recomendação do Ministério Público para as audiências, a discussão ficou polarizada em três setores da capital: Marista, Bueno e Jaó, cujos representantes defenderam o parecer contrário ao adensamento. E esta foi a pauta da semana toda, sem que os vereadores, por iniciativa própria, lembrassem do restante dos bairros da capital, seus problemas e a consequente apresentação de propostas para que eles sejam solucionados. Ponto para os moradores dos setores que puderam se mobilizar.

Discutir o plano diretor da cidade é importante. É ele que vai nortear as ações na cidade na próxima década. Ele que fala para onde e como haverá melhoria. Um plano diretor que não seja discutido por todos, entendido pela maioria como algo benéfico para a cidade, prejudica a todos. De qualquer forma, esgotadas as discussões nestas audiências públicas, o relatório final deve ser apresentado esta semana e irá a votação.

Robinho fica em Goiânia. O urso pardo que ganhou a atenção de todos na semana passada, ganhou novo recinto e sua permanência na capital depende de decisão judicial. Enquanto aguarda movimentações judiciais desta disputa, Robinho ganhou novo recinto, maior e mais arejado. Sua transferência para a região serrana de São Paulo, onde fica um santuário para animais, foi discutida em pautas políticas pela esquerda, pela direita, por todos.

E é neste clima de eleição que se aproxima que o Tribuna do Planalto continua sua série de entrevistas com os pré-candidatos a prefeitura da capital. Nesta edição, o deputado Alysson Lima fala dos planos e projetos para a cidade.

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