Projeto obriga presença de segurança em unidades de saúde da capital

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Foto: Vanessa Chaves

Tramita na Câmara Municipal de Goiânia um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade de contratação de serviço de segurança e vigilância privada para atuar nas unidades de saúde do município de Goiânia. Pelo artigo 1º, a Prefeitura de Goiânia deverá celebrar contratos com empresas prestadoras de serviços de segurança e vigilância privada, para garantir proteção aos profissionais que trabalham nas unidades de saúde de atendimento de urgência e emergência e atendimento 24 horas (CAIS e UPA’S).

Autora da proposição, a vereadora Priscilla Tejota (PSD) explica que apresentou o projeto tendo em vista o aumento de números de casos de agressões verbais, psicológicas e físicas que médicos e enfermeiros vem sofrendo nos centros de saúde. “São profissionais que estão ali para servir a sociedade nesse momento de epidemia global, estão colocando suas vidas em risco, não somente pelo COVID-19, mas também pela falta de empatia de alguns que buscam atendimento”, argumentou.

A parlamentar alegou que a Agência da Guarda Civil Municipal (AGCM), responsável por zelar do patrimônio público goianiense e da população, não possui efetivo suficiente para tal providência. “Em uma rápida pesquisa, descobrimos que a AGCM tem um efetivo total de 1.200 guardas sendo, aproximadamente, 800 operacionais. Diante disso aproveitamos o ensejo para solicitar que a Prefeitura disponibilize a ampliação do quadro de efetivos da referida instituição”, finalizou Priscilla.

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