Editorial | Mais que calor!

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Foto: Drone Like

Que Goiânia é quente nessa época todo mundo já sabe, mas em tempo de distanciamento social, do fica em casa, do trabalho remoto, parece que o calor aumenta alguns graus. Isso porque em trabalho remoto ninguém que tenha ar condicionado em casa, uma parcela pequena da população, vai deixar o aparelho ligado o dia e a noite toda sabendo que não é a empresa que vai pagar a energia. Então, o jeito é passar calor mesmo. A conta de energia vai chegar mais cara este mês.

Mas o calor que sufocou algumas candidaturas na semana que passou foi o político. Quem estava no embate rumo à Prefeitura de Goiânia, acabou ficando no meio do caminho. É o caso da arquiteta e urbanista Maria Ester, na Rede Sustentabilidade, que desistiu da candidatura. O partido agora apoia Elias Vaz. Felizberto Tavares, que era candidato a prefeito e que depois virou vice, deixou a disputa também. Mas o caso mais emblemático nem é o da vereadora Cristina Lopes, que foi dormir candidata do PL e acordou com o partido hipotecando apoio a Maguito Vilela.

Discussões acaloradas aconteceram na campanha do prefeitável Francisco Júnior. O deputado federal do PSD já estava com a campanha na rua, discurso afinadinho. Mas a desistência de Iris e a necessidade da direita se contrapor à força da candidatura de Adriana Accorsi, do PT, fez com que Vanderlan Cardoso surgisse no páreo, trazendo consigo um vice de peso, Wilder Morais. Para Francisco sobrou elaborar o plano de governo. A chapa tem apoio do governador.

Calor em todo lugar. Na queimada criminosa que consome o Pantanal, o Cerrado e a Amazônia. A falta de ação do governo federal para salvar nossa fauna e flora. Calor nas discussões sobre Educação. Na luta por mais recursos. Calor no combate à pandemia. Goiano é acostumado com calor, mas agora sufocou. Que venha a chuva e bons tempos em todas as áreas. Merecemos!

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