Mês da Mulher: Conheça a história da gerente de enfermagem que trabalha há um ano na linha de frente de combate à Covid-19

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No último 8 de março, no Brasil ainda vivíamos no mundo normal. O novo coronavírus já se apresentava como uma realidade em alguns países, mas por aqui não era possível dimensionar ainda o tamanho do problema. Naquele mundo “normal”, as mulheres foram homenageadas pelo seu dia, recebendo beijos e abraços incontáveis. Poucos dias depois, a realidade mudou e passamos a vivenciar um dos períodos mais críticos dos dias atuais.

Chegamos em 8 de março de 2021 e as homenagens precisaram ser adaptadas. Nada de beijos e abraços, no máximo um cumprimento com cotovelos ou mãos fechadas, que se tornaram tão comuns. A gerente de enfermagem do Hospital Ortopédico Promed – unidade do Sistema Hapvida – Gisele Maria, que trabalha na linha de frente ao combate da Covid-19 reflete que as mulheres já conquistaram muitas coisas, mas que ainda existe um caminho longo a percorrer. “O meu desejo para o Dia da Mulher é que todas possam se orgulhar das suas histórias, que acreditem que dias melhores virão e o quanto nós mulheres podemos fazer a diferença pois atualmente conseguimos mostrar a nossa força e independência em um mundo ainda tão preconceituoso”.

Gisele explica que o último ano foi muito difícil, mas que não perde a esperança de dias melhores. “O Dia da Mulher é uma data que nos leva a refletir. E hoje sinto como se estivesse vivendo em uma realidade paralela, como se fosse acordar e ver que foi só um pesadelo. No último ano, conseguimos rever nossas atitudes, conceitos e aproveitar e demonstrar mais o amor com os nossos familiares e amigos. A vacina que nós profissionais da saúde recebemos, proporcionou a renovação da esperança, que agora nos faz acreditar em dias melhores”.

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