Conscientização sobre autismo tem formado mais professores especializados

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Foto: Internet

Na próxima sexta-feira, 02 de abril, é lembrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Um transtorno do sistema nervoso que, apesar de não ter dados oficiais sobre a incidência no país, é muito comum entre os brasileiros.

O professor Jefferson Diego de Paulo, especialista em educação especial e inclusiva do CEUB, e um dos professores do NEAD responsáveis do PAPI, (Programa de Atendimento Psicopedagógico e de Inclusão – PAPI) da Instituição, explica que, para minimizar as barreiras de aprendizagem por condição da deficiência, a Educação Especial e Inclusiva, é uma forma de ensino essencial aos estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), pois apoia, planeja e desenvolve ações em conjunto com a equipe escolar.

Para que pessoas no espectro tenham seus direitos reservados, em 2012 foi sancionada a  Lei Berenice Piana (Lei 12.764),  que estabelece os direitos de portadores de TEA de terem acesso à educação e ao trabalho, além de tratamentos e medicamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2019, o Censo da Educação Superior estimou cerca de 1500 alunos autistas matriculados nas universidades e o percentual de alunos no espectro matriculados em classes comuns tem aumentado gradualmente para todas as etapas de ensino.

Educação especial e inclusiva

A realidade está cada vez mais promissora e é assim que o Centro Universitário de Brasília oferece, na modalidade EAD, o curso de pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva. Segundo o coordenador do curso, o prof. Dr. Murilo Rezende, o objetivo do curso está em formar professores que pensem de maneira inclusiva, entendendo a diversidade como assunto a ser contemplado e respeitado nos ambientes educacionais. Além de oferecer condições de atuação com estudantes de direito aos serviços da Educação Especial e ao fomento de uma educação mais igualitária e equitativa.

O prof. Jefferson, especialista na área de educação especial e inclusiva do CEUB, que trabalha prestando apoio aos estudantes e professores do EAD e do Presencial conclui: “a Educação Especial, na perspectiva inclusiva, constitui-se também numa área de conhecimento que tem por objetivo desenvolver, validar, implementar e avaliar estratégias, metodologias, recursos e processos, bem como formar recursos humanos que favoreçam à construção de escolas democráticas e por sua vez uma sociedade mais inclusiva.”

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