Como o home office impacta na saúde física dos brasileiros

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No estudo, que contou com a participação Institute of Employment Studies (IES) do Reino Unido e com o apoio técnico da empresa Sharecare, os pesquisadores identificaram que o trabalho remoto tem trazido impactos na saúde e no bem-estar dos brasileiros. Os principais sintomas físicos que se tornaram mais frequentes que o habitual são dores nas costas (58%), no pescoço (75%), fadiga ocular (55%), perda de sono (55%) e dores de cabeça (53%). Ainda, 63% dos entrevistados relataram que não conseguem se exercitar como faziam anteriormente e 46% trabalham por mais tempo e em horários irregulares.

Os efeitos do “home office” na saúde física são notados em locais que não foram realizadas as devidas adaptações do espaço físico ao trabalho remoto, tais como ergonomia dos móveis, iluminação adequada e intervalos de descanso.

A má postura e movimentos repetitivos podem ocasionar sérias e dolorosas lesões, além de danos que comprometem a saúde de outros órgãos e o bem-estar geral.

Os danos podem ser evitados se seguidas algumas orientações, tais como o uso de cadeira e mesa que possam ser reguláveis para sua própria altura e, na falta destas, a adaptação do seu próprio equipamento, com uso de almofadas e rolos de tecido, apoios para os pés e braços, por exemplo.

A altura do monitor também é outro fator importante a ser observado e o ideal é que o topo da tela esteja na altura dos olhos, e como nem sempre as mesas do home office servem a este fim, vale lançar mão de livros ou caixas para alcançar a altura correta. Já, a distância ideal da tela do monitor para os olhos deve ser a do seu braço estendido para frente até que a ponta do dedo alcance o monitor.

É preciso ter atenção a esses detalhes que fazem toda a diferença e pode impactar diretamente na saúde.

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