Opinião | Moro tem que ser candidato

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Alano Queiroz é médico ortopedista pela UFG e conselheiro da Unimed Goiânia

Como cidadão de direito, que sonha com um Brasil sem corrupção, me recuso a aceitar que a Lava Jato tenha sido derrotada por Lula, Bolsonaro, Gilmar Mendes e Centrão. Os brasileiros precisam decidir, nas eleições de 2022, se querem um país onde políticos corruptos pagam por seus crimes ou se querem anistiar os mesmos políticos que embolsaram bilhões em propinas de empreiteiras. Esse é o tamanho da responsabilidade que está em nossas mãos.

Neste momento, porém, faltando apenas um ano para as eleições, nós não temos oficialmente um nome de verdade , capaz de liderar a construção de um Brasil sem corrupção. Nós, eleitores que esperam um país mais justo, estão sendo feitos de reféns pelo o ex-presidiário Lula, condenado pela Lava Jato, e pelo presidente Jair Bolsonaro, que traiu as pautas anticorrupção e se aliou a Gilmar Mendes e Ciro Nogueira para proteger os filhos que estão enrolados até o pescoço em um esquema de rachadinha.

Não quero aceitar que o combate à corrupção tenha ficado no passado. Aqueles milhões de brasileiros que tomaram as ruas em 2016 não podem ficar desamparados. Precisamos resgatar, nas eleições de 2022, a esperança de um Brasil menos injusto, menos impune, menos violento, menos corporativista, menos bananeiro. E para isso Sérgio Moro tem que ser candidato a presidente. Vai ser dureza derrotar o corrupto e o sociopata. Mas não há derrota mais humilhante do que aquela que nem é combatida.

Moro reúne em sua pessoa qualidades que boa parte dos brasileiros buscam em um candidato a presidente da República. Preparo, pois estudou em uma das melhores instituições do mundo; competência, pois foi aprovado em um dos concursos mais concorrido do país; integridade, pois não se vendeu por uma vaga no Supremo; credibilidade, pois já recebeu várias premiações internacionais. Com esses atributos, Moro é o único nome capaz de reunir no seu palanque todos os brasileiros que rejeitam, ao mesmo tempo, manter Bolsonaro na presidência e qualquer possibilidade da volta do ex-presidiário Lula. Por isso, eu repito: Moro tem de ser candidato.

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