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Escola

Tribuna do Planalto

Desde 1986 Fundador e Diretor-Presidente Sebastião Barbosa da Silva tribunadoplanalto.com.br
Ano 30 - nº 1.499 Go­i­â­nia, 30 a 05 de setembro de 2015
 
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Escola

Uma escola para todos

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Leia mais...Desmistificar os preconceitos, tratar de igual para igual, o processo de inclusão vai muito além do ato de incluir um aluno dentro de uma infraestrutura adequada. Em alguns casos, barreiras de ordem administrativa e pedagógica são empecilhos que prejudicam a inclusão, mas muitas vezes o principal impedimento é o preconceito que ainda existe em relação à pessoa que possui algum tipo de deficiência física.

De acordo com Lorena Resende Carvalho, gerente de Ensino Especial e Superintendente de Inteligência Pedagógica e Formação da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (SEDUCE),  há uma orientação para que as instituições de ensino do estado desenvolvam atividades de maneira compartilhada, com o propósito de promover a integração entre todos os alunos da escola. “A proposta é envolver esse aluno portador de necessidades especiais com os demais”, conta.

Lorena explica que o Programa de Educação Inclusiva no estado de Goiás iniciou em 1999 e prevê basicamente a inclusão dos alunos com deficiência nas escolas comuns. As ações desenvolvidas pelo programa de inclusão, segundo ela, tentam por si só minimizar as atitudes discriminatórias que por ventura venham a acontecer no ambiente escolar. “Uma vez que as escolas abrem suas portas para receber esses alunos com deficiência, ela está viabilizando o acesso” explica a gestora.

Jacira Gomes de Oliveira, que atua como professora formadora na Gerência de Ensino Especial da Seduce, reforça que as escolas regulares vêm sendo preparadas ao longo do tempo para receber a demanda de alunos inclusivos. “Houve  todo um trabalho para conscientização, para formação de profissionais, de adequação das escolas, mas ainda estamos trabalhando”, comenta Jacira.

Obrigatoriedade

Há quase três décadas que a Constituição brasileira prevê a inclusão de alunos com deficiência nas classes regulares de ensino, estabelecendo igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola. De acordo com Mara Rúbia Gomes de Moraes, diretora da Escola Municipal Vitor Hugo de Ludwig, em Goiânia, para que a inclusão ocorra de maneira efetiva é fundamental que as escolas tenham estrutura e preparo para lidar com os alunos inclusivos.

Sobre trabalhar com questões ligadas ao preconceito, a diretora conta que o corpo docente da escola tenta conduzir naturalmente o ingresso na instituição dos alunos portadores de deficiência, sem qualquer tipo de alarde, como deve ocorrer com todos os estudantes que buscam a instituição de ensino. Após o ingresso na escola, Mara Rúbia diz que são realizadas ações que buscam trabalhar com os alunos questões relacionadas com a aceitação. Ela explica que as atividades são realizadas no dia a dia dos estudantes por meio de brincadeiras ou histórias didáticas que trabalham temas como a igualdade e o respeito ao próximo.

O Colégio Municipal Vitor Hugo de Ludwig possui atualmente nove alunos inclusivos que fazem parte do quadro escolar da instituição. Professora e coordenadora pedagógica da escola, Claudia de Paula Bylão relata que grandes avanços foram feitos na história do processo de inclusão, mas considera que ainda há muito a ser feito. Ela acredita que falta preparo das próprias famílias de muitos alunos, pois o excesso de zelo de alguns pais muitas vezes atrapalha o desenvolvimento das crianças e pode até contribuir para desencadear algum tipo de preconceito.

Ações práticas

Foi pensando em fazer um trabalho de conscientização sobre a importância de se respeitar a pessoa portadora de deficiência, que um grupo de professores e alunos do Colégio Líder, localizado em Aparecida de Goiânia, desenvolveu um projeto que vai além da formação teórica das salas de aula. O propósito, nesse caso, foi fazer com que os alunos vivenciassem algumas das dificuldades cotidianas enfrentadas por cadeirantes.

O professor de educação física do colégio, Weligton Machado, 40 anos, colocou em prática a ideia de incluir nas aulas de educação física da escola algumas atividades esportivas em que os alunos pudessem utilizar cadeiras de rodas para se locomover. “A sociedade está se perdendo na questão humanidade, então baseado nas experiências que eu tive em outras unidades de ensino, percebi que era preciso alertar as pessoas para que elas possam ser melhores a cada dia”, argumenta o professor.

Com a ajuda da Organização das Vo­lun­tárias de Goiás (OVG), oito cadeiras de rodas foram cedidas à escola para que o pro­jeto fosse realizado. Todas as turmas do ensino fundamental e médio participaram da ação, que aconteceu no mês de junho. Na quadra de esportes da escola, os alunos se reuniram para as atividades, onde cada um teve a oportunidade de sentir pela primeira vez a sensação de estar no lugar de um cadeirante.

Assim que começaram a deslizar as mãos pelas rodas das cadeiras, o olhar de muitos estudantes evidenciou o nível de dificuldade na hora de manobrar o meio de locomoção. Logo em seguida, o professor organizou o ambiente para uma partida de Badminton, esporte que se parece com o tênis, a diferença é que ao invés de usar uma bolinha para bater com a raquete, usa-se uma peteca.

Como os alunos tiveram que jogar uma partida do esporte se locomovendo por meio de uma cadeira de rodas, a tarefa exigiu muito dos jovens, que tiveram dificuldades para usar a raquete e manusear a cadeira. Faltou habilidade no início, mas logo muitos estudantes pegaram o jeito. O resultado da partida, no en­tanto, foi o que menos interessou, já que o verdadeiro ganho aconteceu a partir do momento em que os alunos puderam vi­venciar a experiência de praticar um esporte utilizando uma cadeira de rodas. A partir de então, muitos saíram da própria zona de conforto para se colocar no lugar do outro.

Inspiração

A inspiração para a realização do projeto no Colégio Líder foi o estudante Robson, 11 anos, o único aluno cadeirante da escola. Durante o evento, o garoto auxiliou nas atividades dando instruções sobre o manuseio da cadeira para os colegas. O diretor geral da escola, Blayth Moura, afirmou que após a chegada do aluno cadeirante decidiu reestruturar e adaptar toda instituição para que o jovem se sentisse acolhido e sem nenhum tipo de exclusão. “O Robson participa e brinca com todos os outros alunos. Ele é uma criança totalmente ativa”, relata o diretor.

Thiago Thalles,12 anos, e Larissa Soares, 11, participaram das aulas práticas na quadra da escola e disseram que não foi fácil andar na cadeira. “Todos os cadeirantes têm dificuldades porque muitas vezes não há rampas de acesso suficientes para eles, para que possam se locomover livremente por todos os lugares. Até que andar em uma superfície reta é fácil, mas para fazer curvas com a cadeira é difícil, imagina para os cadeirantes que vivem isso todos os dias”, concluíram as crianças.

Progressos e desafios

De acordo com o educador Ricardo Tei­xei­ra, que integra o Núcleo de Acessi­bilidade da Universidade Federal de Goiás (UFG), as ações inclusivas acontecem de acordo com o que a sociedade vivencia. Ele lembra que a escola regular tem que disponibilizar todas as condições de acesso ao aluno com deficiência. “Na sala de aula os professores precisam de apoio e se o aluno necessita ter um atendimento diferenciado, cabe ao poder público oferecer esse atendimento”, ressalta o professor.

Já a professora Claudia de Paula, do Colégio Vitor Hugo Ludwig, argumenta que os professores precisam buscar mais conhecimento, fazer cursos que possam dar a eles suporte para saber lidar e trabalhar com a inclusão, com a questão do preconceito. “As famílias desses alunos e crianças que possuem deficiência também precisam de apoio do poder público, no sentido de disponibilizar profissionais como psicólogos e assistentes sociais para conscientizá-los e acompanhá-los na maneira de tratar a situação. Isso reduziria de forma significativa a discriminação, que infelizmente em muitos casos, começa dentro da própria casa”, comenta a educadora.

Mais capacitados

Segundo dados do Governo Federal, nos últimos anos houve um aumento de matrículas dos alunos portadores de deficiência em escolas regulares de ensino. De acordo com os números, um crescimento de 93% desde 1998. Dados do Ministério da Educação (MEC) mostram que também cresceu o número de professores com formação em educação especial: em 2003, eram 3.691 educadores capacitados para lidar com a educação inclusiva; em 2014, o número havia subido para 97.459.

Livro de apoio

No livro Inclusão Escolar o Que é? Por quê? Como fazer?, da Summus Editorial, escrito pela pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, a autora comenta que a ideia de educação inclusiva, nas últimas décadas, impulsionou mudanças consideráveis na política educacional do Brasil. O que não significa dizer que todos os problemas foram resolvidos, segundo ela. Mantoan também comenta que a inclusão implica pedagogicamente na consideração da diferença dos alunos, em processos educacionais iguais para todos. Segundo a autora, não é possível conceber uma escola que exclui.

 

 

A inclusão dos alunos com síndrome de Down

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Leia mais...Nossa Constituição diz que toda criança tem direito inalienável à educação. Toda criança, inclusive as que têm síndrome de Down. Embora a educação no Brasil necessite de vários ajustes, felizmente é possível notar o esforço de muitas escolas pela inclusão de alunos com síndrome de Down. Tanto na rede pública de ensino como nas escolas privadas, organizações ligadas à defesa dos direitos de alunos com síndrome de Down confirmam um aumento significativo do número de matrículas nos últimos anos. Mesmo que em alguns casos o atendimento não ocorra de maneira mais satisfatória, deve-se ressaltar a iniciativa pela inclusão.

Alunos com síndrome de Down têm a capacidade de aprender assim como quaisquer outros estudantes, apresentando igualmente um pouco mais de habilidade ou de dificuldade em determinadas áreas. Óbvio que existem algumas diferenças durante o processo de aprendizagem desses alunos se comparados a outros, como maior dificuldade de concentração ou de memorização a curto prazo, por exemplo. Mas basta apenas um pouco mais de atenção dos pais e professores a esses alunos e que se respeite o ritmo mais lento de aprendizado deles.

Estudos científicos indicam ainda que a escolarização de alunos com síndrome de Down é mais efetiva em escolas comuns e, de preferência, se iniciada já na educação infantil. O desenvolvimento da criança depende fundamentalmente da estimulação precoce que ela receberá, do ambiente em que estará exposta e do incentivo das pessoas que estão a sua volta. Pois, nas escolas comuns, além de transmitir conhecimento acadêmico, a convivência com alunos de diferentes origens e formações contribui significativamente para o desenvolvimento psicoafetivo da criança, no seu processo de socialização e também no desenvolvimento de suas capacidades.

De acordo com a organização Movimento Down, que é filiada à Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, cada vez mais jovens com síndrome de Down concluem o Ensino Médio e, atualmente, existem pelo menos 20 alunos cursando o Ensino Superior em cursos não adaptados. Ou seja, é apenas uma questão de oportunidade. Quando oferecida, eles correspondem e demonstram plena capacidade para avançar em seu desenvolvimento. Por fim, vale reforçar que recusar a matrícula de crianças e jovens com síndrome de Down ou por qualquer outro motivo relacionado a outras deficiências – o que vale para escolas públicas ou privadas – é crime, de acordo com oartigo 8º da Lei 7.853/89.

Pode-se até compreender que algumas escolas realmente tenham suas dificuldades em se adequar a essa realidade, que ainda não tenham alcançado as melhores condições para atender da melhor forma possível as necessidades de estudantes especiais, por falta de recursos humanos e pedagógicos, entre outros pontos. Mesmo assim, espera-se que isso não sirva de justificativa para a recusa. Essa lição, ainda bem, estamos vendo que muitas escolas já aprenderam!

Francisca Romana Giacometti Paris é pedagoga, mestre em Educação e diretora de serviços educacionais da Saraiva

 

 

Esforço necessário

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Garantir o acesso e permanência de alunos portadores de necessidades especiais às escolas comuns de ensino é um importante passo para a inclusão.  No entanto, além de oferecer estrutura física adequada, é importante que os locais desenvolvam ações que contribuam para o combate ao preconceito em relação ao deficiente físico.

Atividades pedagógicas que tratam da questão melhoram não somente a vida de quem é vítima do problema, mas humaniza aquele que é preconceituoso. E a escola é um espaço em que essa questão deve ser trabalhada, pois exclusão não combina com o universo escolar, que deve ser um local de acolhimento, de respeito às diferenças.

Para debater o tema, as páginas 6 e 7 desta edição trazem a opinião de especialistas sobre como combater o preconceito contra alunos portadores de deficiência física. Além disso, um belo exemplo de atividade realizada em uma escola particular da capital, que trabalha com atividades práticas que permitem aos alunos sentirem na pele um pouco das dificuldades sentidas por  quem é cadeirante.

Além da matéria de capa, a edição traz outros assuntos pertinentes, a exemplo de um debate sobre a redução da maioridade penal. Boa leitura!

 

 

Sustentabilidade: despertar para atitudes do agora

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Leia mais...Assunto que a cada dia está mais em pauta dentro e fora das escolas, e que já ultrapassa a necessidade de ações aqui e agora que permitam a continuidade da vida no planeta, o termo sustentabilidade será base para a proposta de escrita do 16º Concurso de Redação Goiânia na Ponta do Lápis.

A escolha deste ano é justamente porque o concurso, além de objetivar a formação de estudantes de saber crítico, é uma oportunidade que a comunidade escolar tem de repensar, debater e colocar em prática atitudes cidadãs, visto que a educação escolar é a grande formadora de indivíduos conscientes da sua responsabilidade social, hoje diretamente ligada ao respeito com o meio ambiente.
E se nos dicionários a palavra sustentabilidade traz em seu conceito uma realidade bem complexa do que é o seu significado, que se “apoia no cuidado com as pessoas, a Terra e os recursos naturais; na busca para suprir as necessidades do presente sem afetar as gerações futuras, e do que é necessário à conservação da vida”, imagine a aplicação de tudo isso em uma sociedade que até bem pouco tempo atrás não conjugava o verbo preservar.
Sim, com toda a certeza, o resultado da omissão de reconhecimento da importância do cuidar da natureza e de como utilizar os recursos naturais e minerais de forma responsável até hoje foi desastroso e ele está aí em toda a parte, com catástrofes naturais, aquecimento global e danos irreversíveis ao meio ambiente e tantos outros problemas, que não param de surgir. E tudo isso tende a piorar se não houver mudança de atitudes.
Quer ver só. De acordo com dados da Divisão de População da ONU, publicados pela revista Veja, em 2030, a população mundial deve atingir 8 bilhões de pessoas. E se hoje, no atual ritmo de consumo e desperdício, a demanda por recursos naturais excede em 50% a capacidade de reposição da Terra, significa dizer que em 2030, com uma população estimada em 8,3 bilhões de pessoas, serão necessárias duas Terras para suprir nossas necessidades de sobrevivência no planeta.
Não temos mais tempo para continuar com blablabá. Já não estamos mais falando do futuro, mas, sim, do presente, por isso a urgência do entendimento de que se o homem não se integrar à dinâmica da natureza, utilizando somente o que ele precisa e sem desperdícios, para que os recursos naturais tenham a chance de se recuperarem, a vida, certamente, deixará de existir.

Igualando teoria à prática
As escolas estarem presentes nesse processo de conscientização é o que vai fazer a diferença para termos a oportunidade de garantir o equilíbrio ambiental, pois uma das mais eficientes ações neste sentido, que refletem no comportamento social, está na mudança da rotina dos estudantes. Mas é claro que só o aprendizado dos livros e fazer atividades em sala de aula não resolvem. Todo mundo sabe disso. Esse processo requer que a escola iguale o seu discurso à prática, ou seja, ensinando novos hábitos e também cumprindo com seu dever com o meio ambiente.
Então, que tal usar o concurso como uma chance de começar com bons exemplos de práticas sustentáveis, que podem fazer com que os estudantes repensem suas atitudes, além de levarem para casa todos esses conceitos aprendidos, com disposição para aplicá-los no dia a dia das famílias e na sociedade?
Muitas ideias e ensinamentos vão surgir desse debate e muitas ações podem ser implantas, outras implementadas, com a cobrança do cumprimento no dia a dia (e não só uma vez por ano, quando se comemora a Semana do Meio Ambiente), para que os alunos aprendam a tomar decisões sustentáveis, que serão praticadas com naturalidade e respeito por todos, numa transformação verdadeira de novos valores, que vão garantir o que a natureza requer para seguir viva.
E o fundamental é permitir que os alunos incorporem ao cotidiano atitudes voltadas à preservação dos recursos naturais, combatendo o desperdício, como o de água e energia, por exemplo, ou mesmo praticando a separação do lixo, ao entenderem o destino de materiais, como o plástico e o metal, e qual o custo de cada um desses produtos para a natureza, entre tantas outras ações sustentáveis, que a escola pode implementar.


Formação cidadã

 

Para o diretor-presidente do jornal Tribuna do Planalto, Sebastião Barbosa, o despertar da cidadania sempre foi o maior objetivo da Tribuna com o lançamento do Goiânia na Ponta do Lápis.
Ele conta que todos os anos a preocupação com o tema requer muitos debates e encontros entre os organizadores do concurso, para que a escolha da proposta alcance esse objetivo, justamente o que aconteceu com as edições anteriores, com temas, entre tantas outros, como “Valores Familiares: Como é Possível Resgatá-los”, "Goiânia 80 anos: A cidade que eu quero pra mim", “Trânsito: Nosso Comportamento e Suas Consequências”.
“A cada ano, a vontade é sempre melhorar, acreditando que nada fazemos além de cumprir com o nosso verdadeiro papel como meio de comunicação, o de alargar horizontes, apresentar caminhos novos, perseguir ideias, enfim, deixar nossa mensagem informando e formando cidadãos”, reforça Barbosa.

 

 
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