Por meio de nota o Governado de Goiás, Ronaldo Caiado (UB) repudiou atos de bolsonaristas que invadiram o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto, neste domingo, 8, em Brasília. Caiado usou suas redes sociais para afirmar que “é a tentativa da barbárie se sobrepor às nossas instituições democráticas. Algo absolutamente inadmissível, inaceitável e condenável sob todos os aspectos.”
Neste domingo, os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro inconformados com o resultado das eleições invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF). A invasão começou após a barreira formada por policiais militares na Esplanada dos Ministério, que estava fechada, ter sido rompida.
O Congresso Nacional foi o primeiro a ser invadido, com os manifestantes ocupando a rampa e soltando foguetes. Depois eles quebraram vidro do Salão Negro do Congresso e danificaram o plenário da Casa. 
O O Fórum Nacional de Governadoresreunião de emergência, após a repercusão dos atos extremistas nas sedes dos dos três poderes para pedir a anulação das últimas eleições presidenciais.

Caido também ofereceu o envio de policiais para ajudar na recuperação da segurança na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes. Na nota publicada, o Governador de Goiás destaca que “a democracia é soberana e deve ser defendida e respeitada”. Outros cheves doExecultivo também manifestaram apoio e disseram que irão mandar forças policiais para combater atos golpistas em Brasília.
Intervenção federal
O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou neste domingo, 8, um decreto que prevê até o dia 31 de janeiro, a intervenção na área de segurança pública do Governo do Distrito Federal (GDF). A medida prevê que leis que não tiverem relação com segurança pública permanecem sob responsabilidade do governo local.
“Essa intervenção está limitada à área de segurança pública, com o objetivo de conter o grave comprometimento da ordem pública no DF, marcado pela violência contra prédios públicos”, disse Lula durante viagem que faz a Araraquara (SP).
Para comandar a intervenção, o presidente designou o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, subordinado diretamente à Presidência da República. “O interventor poderá requisitar recursos financeiros, tecnológicos, estruturais necessários a quaisquer órgãos”, acrescentou Lula.
Leia a nota na íntegra:
Nota – Governador Ronaldo Caiado













