A pesar dos focos encontrados em Espírito Santo inicialmente e em outros cinco estados em aves silvestres e de um caso em um criatório doméstico em Santa Catarina, as granjas brasileiras continuam livre do vírus H5N1, o que torna o país o maior exportador de carne de frango do mundo. Muitas doenças e pragas que atingem a produção animal e vegetal podem ser evitadas pelo manejo. A gripe aviária é uma delas, assim como a ferrugem asiática, que, a partir do vazio para a soja estabelecido pela Agrodefesa, reduz em até 70% o uso de fungicidas químicos, explica o médico veterinário que assumiu a presidência do órgão em maio deste ano.
TRIBUNA DO PLANALTO – Como evitar que a influenza aviária chegue a Goiás, considerando que os transmissores do vírus são as aves migratórias?
JOSÉ RICARDO CAIXETA RAMOS – O vírus H5N1 já está espalhado pelo mundo há alguns anos. No hemisfério norte, é endêmico nos Estados Unidos; na Europa temos focos e a França, que é um importante produtor de frango, já convive com esse vírus há algum tempo. O Brasil era o último país importante produtor de frango que ainda não havia detectado nenhum foco desse vírus. Este ano, detectamos alguns focos nos países sul-americanos vizinhos, principalmente na costa do Pacífico, no Chile, Argentina, Uruguai e Peru. A partir do mês de maio, foram detectados os primeiros focos na região litorânea do Brasil, começou pelo Espírito Santo e foi se espalhando pelo Rio de Janeiro, agora temos focos no sul da Bahia, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. O vírus tem sido trazido pelas áreas silvestres migratórias de hábitos litorâneos e os primeiros foram os bandos de trinta réis, depois alguns gansos silvestres no Rio Grande do Sul e o que nos preocupou mais recentemente é que foi detectado um foco em um criatório de subsistência do estado de Santa Catarina. Um criatório de aves domésticas que não tem viés comercial. O Brasil já vinha se preparando porque há mais de uma década que esse vírus está se espalhando pelo mundo e já prevíamos que em algum momento isso chegaria por aqui. O Brasil hoje é o principal país exportador de frango para o mundo e logo em seguida vêm os Estados Unidos junto com a China. Nosso principal mercado é a China e o Japão está entre os cinco maiores importadores. O Japão foi o primeiro país a impor alguma restrição comercial quando se detectou esse primeiro foco em aves domésticas em Santa Catarina, mas imediatamente o Ministério da Agricultura já entrou em contato com todos os esclarecimentos – não se tratava de aves comerciais, apesar de ser serem domésticas, e não havia risco para o consumo de produtos de origem avícola, principalmente de carne de frango e ovos, porque não são aves comerciais. O Brasil continua livre da gripe aviária em estabelecimentos comerciais.
O manejo no criatório pode ser um fator de contaminação?
Há algum tempo foram criadas algumas normativas que criam medidas sanitárias. Na avicultura, quando se trabalha com essas medidas sanitárias para uma doença, se atinge praticamente todas as doenças. As granjas hoje são criatórios isolados, onde não entram pessoas, visitantes, veículos, outros animais; os galpões são totalmente fechados e isolados do ambiente externo e são ambientes totalmente controlados da entrada de outros animais contaminantes. A nossa avicultura é muito profissional e muito moderna, e é por isso que o Brasil tem cerca de um terço do comércio mundial de frango. Todo esse protagonismo advém desse profissionalismo que o setor hoje tem, são grandes agroindústrias que estão ligadas aos produtores. Hoje, 99% do frango brasileiro é criado nesse sistema vertical, no qual os produtores têm um contrato com as indústrias, que fornecem o pacote tecnológico para os produtores, assistência técnica e insumos, que são controlados pela indústria. O produtor não vai a uma loja comprar um determinado produto para aplicar na granja ou para fornecer para o frango. Esse pacote vem da agroindústria porque é um pacote fechado e controlado. O Japão é o país mais exigente em termos de qualidade e de sanidade e o nosso frango passa perfeitamente nos controles de qualidade japoneses e de qualquer mercado do mundo. O Brasil tem avançado muito nos mercados que anteriormente eram atendidos pela avicultura americana e temos ganhado, porque somos muito mais competitivos do que os Estados Unidos, tanto economicamente como também sanitariamente. E foi lá que nasceu a maior parte das tecnologias e a genética, mas o Brasil tem avançado, tem trazido muita tecnologia e as agroindústrias têm sido fundamentais. Nós, o estado, trabalhamos a política de defesa agropecuária, a avícola também, e criamos um plano de contingência e também de prevenção há muito tempo e o monitoramento é constante. Isso tudo é feito pela nossa defesa agropecuária por meio da Agrodefesa.
Recentemente a China suspendeu a importação de carne do Brasil por causa da suspeita de um foco de vaca louca no Pará. Qual o risco de contaminação do rebanho goiano pela vaca louca?
Aquele foco não existiu. A suspeita nunca se confirmou. Nós, técnicos, nunca consideramos aquele foco. Esperamos o resultado laboratorial, mas na anamnese, quando analisamos o caso, já sabíamos que não existia vaca louca. Já tivemos outros casos semelhantes e todos foram descartados. A Organização Mundial de Saúde Animal (OMS) continua considerando o Brasil como risco nulo para o mal da vaca louca. Aquele caso era uma vaca velha que sofreu uma degeneração no sistema nervoso e que traz alguma semelhança com o mal da vaca louca. Acredito que aconteça muito nos países de clima frio, principalmente no Norte dos Estados Unidos e na Europa, porque lá também eles usavam, na alimentação dos animais, não se usa mais ou apenas algum produtor clandestinamente usa, produtos de origem animal, principalmente restos do sistema nervoso de ovinos. No Brasil praticamente não há abatedouros de ovinos. Onde encontrar, em Goiás, por exemplo, abatedouro de ovinos? E temos uma legislação que proíbe qualquer uso de origem animal na alimentação de ruminantes. Nosso risco continua nulo, o Brasil nunca teve um foco de vaca louca e a população não precisa ter nenhum receio em relação ao mal da vaca louca e também já somos livres de aftosa.
Goiás está em transição para ser livre de aftosa sem vacinação. Por que esse status é importante? O mercado prefere a carne do gado que não tenha sido vacinado?
A exigência para vacinação do nosso rebanho para a aftosa foi suspensa porque uma monitoria vem sendo feita há muitos anos, um acompanhamento, não só pela Agrodefesa, mas pelo Ministério da Agricultura, nós temos Programa Nacional de Erradicação para Febre Aftosa, que é vinculado à Organização Mundial de Sanidade Animal, e são protocolos. Muito mérito também dos produtores, que seguiram à risca toda a política implementada pela Agrodefesa de Goiás. Nós fomos considerados aptos a suspender a vacina, ou seja, não temos mais o risco, não temos mais o vírus circulante dentro do estado. O Brasil tem evoluído, porque tem cumprido todas as medidas preventivas e a principal delas é a vacinação, mas temos também o controle de rebanho, os inquéritos que fazemos anualmente, nossa equipe está ali monitorando, não só os bovinos, mas outros animais silvestres para entender se esse vírus está circulando ou não. E nos nossos resultados há muitos anos já não se identifica mais essa circulação do vírus. Esse é o status e mostra uma evolução profissional da nossa pecuária, e isso traz qualidade para a carne, segurança alimentar que os países, os compradores, os consumidores querem. Eles buscam essa segurança, e Goiás tem proporcionado isso.
O mercado internacional tem preferência pela carne de gado livre de aftosa sem vacinação?
Não. A vacina é um ingrediente biológico que não prejudica em nada a qualidade da carne. Nós temos um protocolo dentro e fora da indústria: todo animal que vai para o abate passa por uma fiscalização criteriosa individualmente. Quando é detectado algum abscesso, aquele animal não vai para o abate. A nossa carne é muito segura, tanto que o Brasil também é o maior exportador de carne bovina do mundo e em termos de qualidade é indiscutível. A vacina é rapidamente absorvida pelo organismo, assim como em nós, que ao longo das nossas vidas, tomamos várias vacinas e isso não nos traz nenhum problema. Para os animais também não. As vacinas são sempre benéficas.
Esse controle em relação à prevenção da febre aftosa atinge também os pequenos produtores de bovinos?
Principalmente os pequenos. Nosso rebanho é cadastrado dentro do Sistema de Defesa Agropecuária. Nós temos um sistema ativo e inteligente. Cada propriedade é cadastrada dentro do sistema, com geolocalização, nome de proprietário, tamanho da propriedade, todas as informações daquela propriedade e o monitoramento é constante. Nós temos hoje na Agrodefesa quase 1,3 mil servidores e todos os cantos do estado nesse momento estão sendo fiscalizados, nossas equipes estão realizando esse trabalho de monitoramento e fiscalização e também de educação sanitária, levando informação para aquele pequeno, por exemplo, que carece dessas informações para poder exercer o manejo sanitário dos seus animais. Tanto dos bovinos, mas das aves, dos equídeos e dos suínos. O Brasil tem um papel econômico e social muito importante, porque temos pouco mais de 200 milhões de habitantes e produzimos para nossa população e para mais 800 milhões de pessoas no mundo. O Brasil produz hoje alimento para quase um bilhão de pessoas. Nós temos esse compromisso de fornecer alimento de qualidade, levando segurança alimentar para esses consumidores.
A equipe da Agrodefesa é suficiente para fazer essa fiscalização em todo o estado?
Além disso, ainda fazemos inspeção nas indústrias de alimentos. Nós temos hoje quase 60 fiscais que fazem a inspeção de alimentos dentro das indústrias de produtos de origem animal. Não é só fiscalização, não é só educação sanitária, mas nossa equipe é, sim, suficiente. Claro que a cada ano vamos perdendo servidores para aposentadoria, outros mudam de estado, conseguem outras oportunidades, mas temos esse monitoramento do quantitativo de pessoas, tanto que já estamos trabalhando para um novo concurso público para suprir essas baixas do nosso quadro de profissionais. Mas é suficiente porque hoje nós trabalhamos também com sistemas inteligentes. O próprio Sidago, que é o Sistema de Defesa Agropecuária, nasceu dentro da Agrodefesa e está virando um sistema nacional. Já temos 14 estados que usam esse sistema, mais três, quatro estados estão buscando e o Ministério da Agricultura já está trabalhando no convênio com a Agrodefesa para que possamos evoluir ainda mais esse sistema para que todo o Brasil esteja dentro desse mesmo guarda-chuva do Sistema de Defesa Agropecuária. O que que isso traz de benefício? Qualquer situação anormal dentro do sistema ele dispara para os fiscais. Por exemplo, uma propriedade foi interditada lá na divisa com Tocantins porque houve uma movimentação anormal de animais, que não é típica daquele tamanho de propriedade e daquela localização. Bloqueou-se a propriedade e imediatamente os nossos fiscais foram lá. Nós temos um sistema inteligente e temos também parcerias com outros órgãos, como por exemplo, a Economia, a Segurança Pública, o próprio Meio Ambiente. Hoje é um sistema muito mais integrado de fiscalização,mas nosso principal objetivo é levar educação sanitária. Quanto mais se leva educação sanitária, menos inconformidade se tem na execução da política de defesa e menos fiscalização é preciso.
Recentemente a Polícia Civil fez uma operação contra funcionários e fazendeiros que estariam inserindo dados falsos nesse sistema. Qual foi o resultado dessa investigação?
Esse funcionário não era da Agrodefesa, mas sim da Prefeitura de Carmo do Rio Verde. Nos municípios, normalmente fazemos algumas parcerias para que as prefeituras disponibilizem alguns servidores para realizarem serviços administrativos. Por exemplo, um produtor precisa tirar uma guia de trânsito animal e tem dificuldade de acessar o sistema, porque todo o serviço da Agrodefesa está disponibilizado nessa plataforma de defesa agropecuária. Mas aquele produtor que ainda tem dificuldade de acesso vai na prefeitura e tem um servidor, que realiza serviços administrativos, faz isso para ele. Esse servidor estava se apossando de senha e login dos produtores e, com essas informações, inseria informações falsas durante as declarações de rebanho, que ocorrem normalmente em maio e novembro, manipulava os rebanhos dos produtores. Ele manipulava o sistema do produtor, o cadastro do produtor, não era o nosso sistema. Como o sistema é inteligente, ele detectou essas movimentações atípicas, nós levamos a informação para a polícia, que fez a investigação, apurou-se e logo em seguida nós desbaratamos essa irregularidade. Ali nós detectamos que havia algumas melhorias a serem feitas e realizamos.
Em Goiás, há 119 locais considerados de risco para raiva. A contaminação do animal traz risco para quem consome a carne?
Também é uma zoonose e traz riscos porque é uma doença que não tem tratamento. Goiás tem alguns focos em municípios em que detectamos a presença dos morcegos hematófagos. Eu deixo bem claro: é uma única espécie de morcego. Nossas equipes são capacitadas para fazer a captura e o controle dessas populações, porque o morcego vai mesmo, principalmente nos bovinos e nos equídeos, sugar o sangue e deixa o vírus nos animais e também pode afetar os humanos. São raros os casos humanos, mas nós trabalhamos constantemente nesse controle populacional do morcego, que é o grande transmissor desse vírus, e também com a imunização dos rebanhos. Essa lista é dinâmica e a obrigatoriedade de vacinação continua nos meses de maio e de novembro para todo o rebanho das propriedades que estão localizadas nesses municípios.
O Brasil e Goiás recebem muitas críticas em relação ao uso de agrotóxicos, seja em razão do descarte irregular das embalagens, da contaminação de trabalhadores ou pelo fato de alguns desses produtos, a exemplo do glifosato, serem banidos em outros países por causarem doenças como o câncer. Qual a visão da Agrodefesa sobre o uso de agrotóxicos? A monocultura de soja não contribui para a disseminação de pragas e para o aumento do uso de agrotóxicos?
A Agrodefesa trabalha com o manejo sanitário dos animais e também dos vegetais. Em Goiás, a soja tem uma importância econômica, é altamente difundida dentro das propriedades rurais e está muito forte nessa pauta de alimentos produzidos dentro do estado; tem uma importância social e econômica muito grande. Os defensivos agrícolas são utilizados quando existe uma doença ou uma praga? O glifosato é permitido no Brasil, sim, e na maioria dos países do mundo, nos principais produtores. Não é permitido só no Brasil. Existem estudos e existem controvérsias também em relação ao glifosato. Porém, Goiás tem trabalhado para avançar rumo a uma agricultura sustentável. Goiás tem avançado muito e um exemplo é a política de bioinsumos da qual Goiás é pioneiro e temos uma diversificação de culturas muito grande no estado. A soja é a primeira alternativa da primeira safra, isso é fato, mas temos a segunda safra e, em Goiás, na segunda safra, é muito cultivado o milho, o sorgo e o próprio feijão. A área de irrigação tem se expandido muito também, um exemplo é Cristalina, o maior município irrigado da América Latina. E ali naquelas áreas de Cristalina são cultivadas quase 80 culturas. A soja é o principal produto da primeira safra, mas nós temos 80 culturas só no município de Cristalina. Nós, da Agrodefesa, temos estabelecido calendários para cada cultura, um manejo sanitário. Quando trabalhamos com o manejo sanitário, trabalhamos o controle dessas pragas por calendário. Por exemplo, neste exato momento estamos no vazio sanitário para a soja. Por que foi criado esse vazio sanitário? Porque as principais pragas, vamos pegar a ferrugem asiática, que usa muito fungicida, esse fungo ficava armazenado nas plantas ao longo do ano. Quando nós estabelecemos um vazio sanitário é para que não fique nenhuma planta dentro das propriedades abrigando aquele fungo. Se o plantio é feito quando o fungo já está estabelecido, a doença rapidamente se estabelece; agora não. Passa esse período seco e como o fungo precisa de umidade para se reproduzir, ele acaba morrendo. E com isso economizamos quase 70% dos fungicidas que eram utilizados antes desse manejo. E assim acontece o vazio sanitário para o feijão, para o girassol e para muitas outras culturas. E vamos partir para as frutas, porque Goiás tem hoje uma perspectiva de crescimento da fruticultura muito forte porque temos uma agricultura familiar forte aqui no estado. Temos 65% das nossas propriedades da agricultura familiar e a fruticultura e a horticultura são muito difundidas nessas propriedades, onde também trabalhamos com calendário com o manejo sanitário. Cada manejo que fazemos economizamos em defensivos agrícolas. Os bioinsumos também vêm nesse sentido e são alternativas biológicas que substituem boa parte dos químicos e que trazem um alimento, um grão, cada vez com menos agrotóxico. Aqui em Goiás tem uma legislação específica para fomentar a utilização, a fabricação e também a pesquisa sobre os insumos biológicos. Temos também uma política voltada para os remineralizadores, que são alternativas para os adubos químicos. Nós temos grandes jazidas de minerais que conseguem substituir parte dos adubos químicos. Goiás tem uma agricultura muito forte e os produtores têm cada vez usado mais esses orgânicos. Existem muitos mitos relacionados aos defensivos agrícolas; desde que sejam usados com receita, com acompanhamento, com carências adequadas, não trazem risco para a população. E a habilitação desses produtos é feita pelo Ministério da Agricultura mediante pesquisas e análises muito criteriosas por várias instituições, principalmente a Embrapa, que é a maior empresa de pesquisa agropecuária do mundo. Aqui em Goiás nós temos a nossa empresa de pesquisa, que é a Emater, que trabalha muito nessas tecnologias, alternativas para esses agroquímicos e que, à medida que essas inclusões vão acontecendo na nossa agropecuária, temos cada vez mais uma agropecuária mais sustentável e um alimento cada vez mais saudável.
Sobre o descarte irregular de embalagens de agrotóxicos e a contaminação de trabalhadores, a Agrodefesa tem alguma medida para controle?
Goiás é pioneiro nessa política de descarte e de controle de embalagens químicas, que é um um risco para o meio ambiente. Temos um sistema inteligente que, quando o produtor compra um produto químico, ele obrigatoriamente assume uma responsabilidade formal, não só de boca. Na nota fiscal já sai a data limite para que ele devolva aquela embalagem num local específico. E esses locais de recepção são preparados para lidar com esse material. O produtor compra o produto, a embalagem não é dele, é de responsabilidade da empresa que vende aquele produto. E o produtor assume a responsabilidade de devolver aquela embalagem mediante um manejo específico, que é a retrolavagem com cuidados específicos e obedecendo uma legislação trabalhista muito bem definida. Dentro do sistema do Sidago há uma função que também monitora todo esse manejo de descarte de embalagens e, recentemente, técnicos do Ministério da Agricultura vieram buscar informações sobre esse nosso sistema inteligente e eficiente para repassar para os demais estados.
E como evitar a intoxicação de trabalhadores?
Nós trabalhamos em parceria com o Ministério do Trabalho quando detectamos algum manejo errado e temos também as nossas campanhas educativas junto ao Sistema S, ao Ministério do Trabalho para levar informação para que essas pessoas trabalhem cada vez mais com segurança. Não é nem cada vez mais, não temos meio termo: ou usa os equipamentos de proteção individual ou ele não obedece a legislação e está suscetível a sofrer as autuações e as punições pertinentes à l
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