A mulher suspeita de participar da morte do policial penal José Françualdo Leite Nóbrega, de 36 anos, procurou a polícia e se entregou, no Distrito Federal. De acordo com a Polícia Civil, ela teria ajudado a lavar o local do crime, a queimar o veículo utilizado por Françualdo e também movimentado contas bancárias dele. O delegado responsável pelas investigações, Vinícius Máximo, disse que ela se entregou depois de saber que havia um mandado de prisão expedido contra ela.
Além da mulher, outros dois homens estão presos suspeitos de envolvimento no crime. Um deles, inclusive, é marido da mulher que se entregou.
A investigação foi iniciada no DF, após o carro do policial penal ter sido encontrado carbonizado na zona rural de Paranoá. Mas como existiam indícios de que o agente poderia ter sido morto em Águas Lindas de Goiás, uma investigação também foi aberta pela polícia goiana.
















