O que se pode esperar de um time cujo técnico declara depois de derrotas que sente orgulho do desempnho de sua equipe. Orgulho de que, Mozart? O time que você comanda é o 12º colocado na série B, distante do G6, com pouquíssimas chances de voltar à série A em 2027. O técnico continua inventando na escalação da equipe titular, demora a fazer substituições e na maioria das vezes substitui errado. Será que a diretoria do Goiás ainda não perdebeu que, com esse treinador, o time vai ficar mais um ano na série B? “Eu fiquei bem orgulhoso do que os meus jogadores fizeram”. Orgulhoso de perder mais um jogo em casa?
Mozart Santos improvisou mais uma vez o zagueiro Luisão na lateral direita. No elenco do Goiás existem dois jogadores especialistas na posição, mas o técnico prefere inventar e prejudicar o time. O outro zagueiro, Luiz Felipe, irresponsávelmente procurou uma expulsão no início da partida e prejudicou todo o planejamento (se é que existe planejamento) do técnico para o restante do jogo. Como ficar orgulhoso com um time desses? O treinador esmeraldino não relacionou para o jogo o meia Lucas Lima, nem Bryan, nem Esli Garcia. Sobre Lucas Lima, o melhor camisa 10 do time, Mozart disse que leva para o jogo os jogadores que estão em melhores condições. Aí relaciona Juninho e seu preferido Kadu Mineiro, o pior jogador contratado pelo Goiás nos últimos anos. Será que ninguém na diretoria está vendo que o barco está afundando nas mãos desse “comandante”?
A Goleada que ninguém conseguiu explicar

O técnico Guto Ferreira admitiu depois da humilhante goleada sofrida pelo Vila em São João Del Rey, que não tinha como explicar a atuação do time naquela partida. O time tinha alguns desfalques, mas o adversário também tinha. O Athletic-MG mandou no jogo desde os primeiros minutos, fez cinco gols e poderia ter feito mais. Foi uma atuação desastrosa do Vila Nova, indigna de um time que vinha se comportando como uma das melhores na competição, muito bem cotado para ser um dos classificados para a elite do futebol brasileiro m 2027. De repente, o time muda completamente sua postura em campo, ainda volta para Goiânia com o desfalque do zagueiro titular Tiago Pagnussat, que não vai enfrentar o Goiás por ter sido expulso de forma infantil durante a partida.
O time, que era considerado “favoritaço” para o jogo contra o Goiás na próxima quinta-feira, deixou o clássico se transformar em um jogo igual, sem favoritos, mesmo com o rival vivendo um momento ruim. O favoritismo do Vila Nova desapareceu depois do vexame em São João Del Rey. Ninguém sabe qual vai ser a postura do time do Vila diante do Goiás na quinta-feira. Vai voltar a vencer, como tem vencido todos os jogos no OBA, ou vai ser aquele time desastrado de São João Del Rey. Nem o técnico Guto Ferreira sabe dizer. A torcida do Vila também não sabe mais o que esperar da equipe, que vinha sendo a sensação da série B. Antes do jogo contra o Athletic-MG, só se falava em golear do rival na quinta-feira, agora, ninguém arrisca mais tocar no assunto. Ficam as interrogações para tentar entender o que aconteceu com o Vila em São João Del Rey…
Empate e racismo – Mais um episódio de racismo no futebol brasileiro. No último final de semana foi a vez do goleiro Paulo Vitor, do Atlético Goianiense, ser agredido com palavras racistas durante a partida contra o Juventude, através de um torcedor que proferiu a frase “joga a bola, macaco”. O árbitro Ramon Abatti Abel relatou a ocorrência na súmula. A diretoria atleticana espera que a CBF tome providências para punir esse tipo de situação.
Em campo, o Dragão conseguiu um bom resultado, ao empatar com o líder do campeonato em 2 a 2, na casa do adversário. O Atlético marcou primeiro, através de Gustavo Coutinho aos 18 minutos do primeiro trempo. O Juventude empatou e vitou ainda na fase inicial, mas no segundo tempo, já no final da partida, o Atlético marcou o gol de empate, através de João Pedro. Com o resultado, o time atleticano não melhorou sua posição na tabela de classificação, passou a somar 40 pontos, na oitava colocação.
CURTAS

* O Planalto é campeão Brasileiro de Futebol Feminino A3 de 2026. A equipe goiana voltou a vencer o Juventude-SE por 1 a 0, no estádio Batistão, em Aracaju e faturou o primeiro título nacional para a história do futebol feminino em Goiás.
* O gol do título foi marcado por Brenda, em belíssima cobrança de falta. No jogo de ida, o Planalto também venceu por 1 a 0, em jogo realizado no estádi Anibal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia. Ano que vem, a equipe do Planalto vai disputar o Campeonato Brasileiro Feminino A2.
* A rodada do último final de semana não foi boa para os clubes da capital. O Vila caiu para a 4ª colocação, com 44 pontos, o Atlético é o 8º colocado com 40 pontos e o Goiás, o pior goiano na série B, na 12º colocação na tabela de classificação.
* O Atlético está emprestando o atacante Léo Tocantins, de 27 anos. O jogador deve disputar a série C do futebol brasileiro. O nome da equipe interessada não foi divulgado.
* O Atlético Goianiense volta a campo na próxima quarta-feira, às 21:30 hs, no estádio Antônio Accioly, para enfrentar o Ceará. Na sequência, o Dragão receberá a visita do Criciúma, jogo que será realizado no próximo dia 13 de setembro, também no Antônio Accioly.












