Como a Tribuna do Planalto deu em primeira mão no dia 25 de fevereiro, o senador Vanderlan Cardoso (PSDD) está perto de fechar o acordo para sair candidato a reeleição pela base caiadista. A primeira reunião para tratar do acordo se deu com o governador Ronaldo Caiado (PSD) e o vice-governador Daniel Vilela (MDB) foi considerada muito boa pelo senador, que não conversava com o governador desde que ele se filiou ao PSD. Vanderlan ficou de conversar com seu grupo político andes de finalizar o acordo, mas a tendência é ficar na base governista porque a maior parte dos prefeito que apoiam Vanderlan compõe a base de Caiado.
Sobre a suplência na vaga de senador, Daniel Vilela quer garantir a permanência de Pedro Chaves, o que não contraria Vanderlan, que tem uma relação muito boa com sua primeiro suplente.
Desta maneira, o grupo governista já conta com três candidatos ao Senado: Gracinha Caiado (União), Zacharias Calil, que negociou na segunda-feira, 3, sua ida para o MDB para disputar o Senado pela base, e agora, Vanderlan.
Como a Tribuna informou, a ampliação da chapa ao Senado do grupo governista se dá em meio à reorganização das alianças para as eleições em Goiás, após o lançamento das pré-candidaturas de Wilder Morais (PL) e Ana Paula (PL), contrariando o entendimento anterior de que uma chapa com mais de dois nomes inviabilizaria a disputa. A composição ampliada havia sido rechaçada por Gracinha Caiado, que citou como exemplo o resultado de 2022, quando Delegado Waldir (PP), Alexandre Baldy (PP) e Vilmar Rocha (PSD) foram derrotados na corrida ao Senado.
Na semana passada, o senador Vanderlan Cardoso, comentando sobre a possibilidade de uma composição mais ampla, avaliou que ia ficar estranho a base mudar de opinião sobre as candidaturas ao Senado, que até então só deveria ter dois candidatos e, a partir da decisão do PL de lançar chapa própria, passa a aceitar mais nomes. Ele ainda aguarda a proposta da base aliada.















