Um vídeo gravado por policiais militares repercutiu nesta quarta-feira (22) ao mostrar um motociclista admitindo ter praticado um ato obsceno em via pública, em Goiânia. O caso ocorreu no dia 10 de junho, quando o homem foi preso após ser flagrado por uma mulher enquanto se masturbava nas proximidades do Hospital das Clínicas, no Setor Universitário.
Nas imagens registradas pela Polícia Militar de Goiás (PMGO), o suspeito, identificado apenas pelas iniciais A.J.F.V.S., admite o ocorrido durante a abordagem. “Eu tive um descontrole de masturbação, né? Encostei a moto no local e me masturbei. Só isso que aconteceu”, afirmou.
De acordo com a PMGO, a equipe da Cavalaria foi acionada por testemunhas depois que uma mulher presenciou o homem praticando o ato obsceno em local público. Os policiais localizaram o suspeito nas imediações do hospital, realizaram a abordagem e o encaminharam para a delegacia, onde o caso foi registrado.
Embora a prisão tenha ocorrido em junho, o vídeo da abordagem voltou a circular nas plataformas digitais nesta semana, provocando uma série de manifestações de internautas. Nos comentários, usuários criticaram a conduta do suspeito e defenderam punições mais severas para casos de importunação sexual e atos obscenos praticados em espaços públicos.
A repercussão do vídeo coincidiu com outro caso semelhante registrado recentemente no país. No último domingo (19), uma mulher de 35 anos denunciou ter sido vítima de importunação sexual enquanto se exercitava na academia de um condomínio residencial no bairro Sim, em Feira de Santana, na Bahia.
Segundo o relato da vítima, ela não percebeu o comportamento do suspeito durante o treino. O ato só foi identificado quando assistiu ao vídeo que havia gravado da própria atividade física. As imagens mostrariam um homem ao fundo praticando ato obsceno enquanto observava a mulher na esteira.
O suspeito foi identificado como Pedro Henrique, de 24 anos, morador do mesmo condomínio, e é procurado pela polícia baiana. Após verificar as imagens, a vítima registrou boletim de ocorrência na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Feira de Santana, que conduz as investigações.
















