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Flávio lidera parcial na votação no exterior com 33.716 votos; Lula soma 15.516

Levantamento até as 11h20 deste domingo (25) ainda é parcial; resultados conhecidos mostram vitórias de Flávio em sete países e de Lula em seis


Marília Rodrigues Por Marília Rodrigues em 25/10/2026 - 11:35

Flávio lidera parcial na votação no exterior com 33.716 votos; Lula soma 15.516

A votação dos brasileiros no exterior tem uma nova parcial. Até as 11h20 deste domingo (25), no horário de Brasília, Flávio Bolsonaro somava 33.716 votos, contra 15.516 de Lula.  O resultado consolidado será divulgado pelo TSE após as 17h, pelo horário de Brasília.

Onde cada candidato venceu?

Nos resultados conhecidos até esse horário, Flávio venceu em sete países. Entre eles estão Japão, Malásia e Emirados Árabes Unidos. Lula ficou à frente em seis países, incluindo Austrália, China e Nova Zelândia.

Desta vez, além da quantidade de países, a parcial apresenta a soma dos votos já contabilizados. Ainda assim, é um retrato dos locais incluídos até as 11h20, e não o balanço completo do exterior.

Votação ocorre em mais de cem países

Quase 1 milhão de brasileiros que vivem fora do Brasil estão aptos a votar neste segundo turno. As seções estão distribuídas por 186 cidades em mais de cem países. No primeiro turno, Lula teve 157.387 votos no exterior, ou 47,57%. Flávio recebeu 143.900 votos, equivalentes a 43,49%.

Naquela etapa, o petista venceu em 64 países, e o candidato do PL em 36. Na Guiné-Bissau, houve empate. A abstenção chegou a 62,69%.

Imprensa internacional destaca disputa apertada entre Lula e Flávio Bolsonaro

Enquanto os brasileiros escolhem o próximo presidente neste domingo (25), a imprensa internacional acompanha o que está em jogo na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro. A possibilidade de um resultado apertado aparece entre os principais pontos da cobertura.

Veículos como The Guardian, Le Monde, BBC e The New York Times abordam, além da corrida pelos votos, as diferenças entre os candidatos e o que pode mudar na relação do Brasil com outros países.

Quem ainda pode fazer diferença?

Para o britânico The Guardian, boa parte dos apoiadores já tem uma posição definida. Por isso, o jornal aponta a importância dos eleitores que não se identificam com nenhum dos candidatos.

A Al Jazeera olha para quem ficou em casa no primeiro turno. Segundo o veículo, as duas campanhas tentam atrair esses eleitores, porque uma mudança na participação pode pesar no resultado. A análise também lembra que os números das pesquisas não asseguram quem sairá vencedor.

O olhar para além do Brasil

O francês Le Monde destaca que os brasileiros escolhem entre projetos bastante diferentes e que os efeitos dessa decisão podem chegar a outros países.

O Financial Times concentra a análise nos interesses dos Estados Unidos na América Latina. A BBC, por sua vez, explica como Lula e Flávio se posicionam nessa relação. De um lado, a emissora lembra a defesa de autonomia brasileira feita por Lula. De outro, apresenta a posição do ex-presidenet Jair Bolsonaro a favor de uma aproximação com Washington para combater facções criminosas.

O The New York Times aborda questões que também fazem parte da rotina dos brasileiros: como enfrentar o crime organizado, melhorar a economia e recuperar a confiança nas instituições.

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