O ex-patrão de Francisco Jeferson Xavier Silva, de 40 anos, é o principal suspeito de ser o mandante da morte do homem, que aconteceu no dia 20 de setembro, em um posto de gasolina, no Jardim Goiás, na capital.
De acordo com as investigações, a morte foi motivada porque o homem teria estimulado ex-colegas de trabalho a processar o dono do restaurante em que ele trabalhou. Segundo o delegado Vinícius Teles, o autor das facadas confessou o crime e alegou que a situação saiu do controle, mas não soube justificar porque teria praticado o assassinato.
Gabriel, que está preso, contou em depoimento que Patrick (o mandante) teria lhe prometido R$ 500 para atacar o ex-funcionário, mas que só recebeu R$ 300, já que os R$ 200 restantes seriam pagos no dia seguinte, o que acabou não acontecendo. O homem que estava com ele, e que segundo o delegado também foi contratado pelo dono do restaurante para atacar a vítima, prestou depoimento e foi liberado. A polícia divulgou apenas o primeiro nome dele, Evans.
A defesa de Patrick afirmou que o empresário é inocente, e que teria pago apenas para que o morador em situação de rua aplicasse uma “lição” em Francisco Jeferson, que, após ficar menos de um mês no emprego, o estaria ameaçando.















