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2023 bateu recordes climáticos no mundo, aponta estudo

Eventos desencadearam impactos socioeconômicos massivos em todas as regiões, afetando especialmente as populações mais vulneráveis


Redação Tribuna do Planalto Por Redação Tribuna do Planalto em 19/03/2024 - 18:00

Em 2023, a temperatura global média foi 1,45 °C, acima da média pré-industrial

Um estudo realizado pela Organização Mundial Meteorológica (OMM) revelou que o ano de 2023 bateu recordes climáticos no mundo que desencadearam impactos socioeconômicos massivos em todas as regiões, afetando especialmente as populações mais vulneráveis.

De acordo com o relatório “O estado do clima em 2023”, nunca antes o mundo viveu uma situação com tantos extremos e recordes:

  • nos níveis de gases de efeito estufa da Terra
  • nas temperaturas superficiais do nosso planeta
  • de acidificação e calor dos oceanos
  • no nível do mar
  • e da cobertura de gelo na Antártida e no Ártico

Em 2023, a temperatura global média foi 1,45 °C (com uma margem de incerteza de  ± 0,12 °C ) acima da média pré-industrial. Isso tornou o último ano o ano mais quente registrado, superando os recordes anteriores de 2016 e 2020.

Com isso, a média decenal de 2014-2023 ficou em 1,20°C (com uma margem de incerteza de  ± 0,12 °C ) acima da média de 1850-1900. Isso quer dizer que o aumento contínuo das concentrações de gases de efeito estufa é o principal impulsionador do aquecimento global, segundo o relatório da OMM.

Redação Tribuna do Planalto

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