Um estudo realizado pela Organização Mundial Meteorológica (OMM) revelou que o ano de 2023 bateu recordes climáticos no mundo que desencadearam impactos socioeconômicos massivos em todas as regiões, afetando especialmente as populações mais vulneráveis.
De acordo com o relatório “O estado do clima em 2023”, nunca antes o mundo viveu uma situação com tantos extremos e recordes:
- nos níveis de gases de efeito estufa da Terra
- nas temperaturas superficiais do nosso planeta
- de acidificação e calor dos oceanos
- no nível do mar
- e da cobertura de gelo na Antártida e no Ártico
Em 2023, a temperatura global média foi 1,45 °C (com uma margem de incerteza de ± 0,12 °C ) acima da média pré-industrial. Isso tornou o último ano o ano mais quente registrado, superando os recordes anteriores de 2016 e 2020.
Com isso, a média decenal de 2014-2023 ficou em 1,20°C (com uma margem de incerteza de ± 0,12 °C ) acima da média de 1850-1900. Isso quer dizer que o aumento contínuo das concentrações de gases de efeito estufa é o principal impulsionador do aquecimento global, segundo o relatório da OMM.















