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INSS anuncia novas regras do auxílio doença

Com a nova medida, o pedido para prorrogação do benefício pode ocorrer 15 dias antes do término previsto do benefício


Redação Tribuna do Planalto Por Redação Tribuna do Planalto em 12/07/2024 - 16:30

Segundo o INSS, atualmente 13,25 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional
Agora, caso o beneficiário esteja apto para retornar as suas atividades, poderá retornar ao trabalho sem necessidade de nova perícia médica

O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) publicou no Diário Oficial da União (DOU), novas regras para o auxílio doença, plano criado pelo Governo Federal para brasileiros que são incapazes de realizar suas funções no trabalho, devido a problemas de saúde.

Com a nova medida, o pedido para prorrogação do benefício pode ocorrer 15 dias antes do término previsto do benefício.

Uma vez que o pedido de prorrogação for igual ou menor que 30 dias, a avaliação será agendada com a data de cessação administrativa.

Se o prazo for maior que 30 dias, o benefício será aumentado por mais 30, sem agendamento da avaliação pericial, sendo fixada a Data de Cessação do Benefício.

Agora, caso o beneficiário esteja apto para retornar as suas atividades, poderá retornar ao trabalho sem necessidade de nova perícia médica, formalizando o pedido de cessação do benefício na Agência da Previdência Social de manutenção do seu benefício, por meio do aplicativo Meu INSS ou da Central 135.

2- INSS passa pente-fino em beneficiários temporários

Cerca de 800 mil beneficiários previdenciários terão seus benefícios revisados a partir de agosto, deste ano. A nova medida do INSS, inclui benefícios como, auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.

Segundo o ministro Carlos Lupi, o objetivo dessa revisão é corrigir irregularidades, garantindo que os benefícios sejam igualmente distribuídos.

Greve dos servidores do INSS: como afeta o público

3- Servidores do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) iniciaram greve nesta quarta,10.

A paralisação ocorre devido pela falta de reajustes salariais. Mesmo com a tentativa de negociação, não houve acordo entre os trabalhadores e o Governo Federal.

Entretanto, a greve pode prejudicar os serviços de análise de concessão de benefícios como aposentadoria, auxílio-doença, pensões, Benefício de Prestação Continuada e atendimentos presenciais.

Redação Tribuna do Planalto

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