A Prefeitura de Goiânia renovou o contrato de vigilância eletrônica firmado em 2021, na gestão do ex-prefeito Rogério Cruz (SD), com a empresa New Line Sistemas de Segurança Ltda., para o monitoramento de unidades de saúde da capital. O contrato, viabilizado a partir de adesão à ata de registro de preços, teve termo aditivo publicado no Diário Oficial da última quinta-feira (4), com valores que chegam a R$ 3,79 milhões.
As unidades de saúde de Goiânia contam com 1.180 câmeras de vigilância instaladas em recepções, corredores e outros espaços de uso comum. São 680 câmeras do tipo 1, modelos mais simples, e 500 do tipo 2, que possuem melhor qualidade de imagem e maior alcance, podendo cobrir áreas externas e espaços amplos.
O sistema também inclui ainda mil sensores de presença instalados em corredores e áreas de circulação para identificar movimentações fora do comum, além de 80 kits de alarme equipados com sirenes e centrais para resposta imediata. Também estão contratados 71 servidores de gravação, responsáveis por armazenar as imagens geradas diariamente.
Em 2021, o valor global do contrato ficou em R$ 3,54 milhões, sendo R$ 3,2 milhões anuais para a prestação de serviços e R$ 328,8 mil referentes à instalação dos equipamentos.
O 3º Termo Aditivo ao contrato nº 2305/2021, assinado pelo secretário municipal de Saúde, Luiz Gaspar Machado Pellizzer, atualizou o custo mensal da prestação de serviços para R$ 286,7 mil, o que representa R$ 3,44 milhões ao ano. Já a parcela relativa à instalação foi reajustada para R$ 352,4 mil.
Com isso, o valor global alcança R$ 3,79 milhões, permanecendo inalteradas as demais cláusulas do contrato.
A Secretaria Municipal de Saúde afirmou, em nota à reportagem, que o Termo Aditivo ao contrato com a empresa NewLine foi firmado para ampliar a quantidade de unidades de saúde equipadas com sistema de videomonitoramento 24h, trazendo mais segurança a servidores e usuários.
“A medida cumpre ainda recomendação do Ministério Público de Goiás”, finaliza a pasta.














