O preço do feijão subiu em todo o Brasil e já começa a pesar no bolso do consumidor. O principal motivo é o excesso de chuvas nas regiões produtoras, que afetou diretamente a colheita e reduziu a oferta do grão no mercado.
De acordo com dados do setor, o impacto foi sentido em todas as capitais do país, com aumento generalizado do produto, um dos itens mais básicos da alimentação do brasileiro.
As chuvas intensas prejudicaram lavouras em estados importantes para a produção, como Paraná e Bahia, reduzindo a produtividade e dificultando o trabalho no campo. Em alguns casos, produtores colheram bem menos do que o esperado.
Além disso, houve diminuição da área plantada e atrasos no calendário agrícola, o que também contribuiu para a menor oferta do alimento.
Diferença de preços chama atenção
Atualmente, o feijão carioca — o mais consumido no país — pode chegar a cerca de R$ 350 por saca, enquanto o feijão preto varia entre R$ 200 e R$ 210.
A tendência, segundo especialistas, é que os preços continuem pressionados nos próximos meses, já que a produção ainda não se recuperou totalmente.
Impacto direto na cesta básica
A alta do feijão também tem efeito direto na cesta básica, que ficou mais cara em todo o país. Outros alimentos, como batata, tomate, carne e leite, também registraram aumento, muitos deles afetados pelas mesmas condições climáticas.
Com isso, o custo de vida sobe e compromete ainda mais a renda das famílias, especialmente as de menor poder aquisitivo.















