Exame realizado pela Polícia Técnico-Científica apontou que a substância usada para matar mãe e filho foi colocada em doces de pote, em Goiânia. Segundo a perícia, a substância ingerida causou uma intoxicação que levou à morte o servidor público Leonardo Pereira Alves e a mãe dele, Luzia Pereira Alves. O nome da substância não foi divulgado.
De acordo com a Polícia Técnico-Científica, dois doces de pote estavam com a substância que é considerada um veneno potente e que foi colocado em grande quantidade. No entanto, mesmo em pequenas doses, a substância é tóxica e letal, além de não ter cheiro nem gosto.
A advogada Amanda Partata Mortoza, de 31 anos, está presa temporariamente suspeita de cometer os assassinatos. Segundo a Polícia Civil, ela foi namorada do médico Leonardo Pereira Alves Filho e o perseguia e ameaçava há cinco meses por meio de perfis falsos e mensagens de telefone, utilizando pelo menos 100 números diferentes.
De acordo com a polícia, no dia 17 de dezembro, em visita à família do ex-namorado, a advogada teria levado os doces envenenados. Leonardo e a mãe comeram os doces e morreram no hospital.















