A pastora Suelen Amaral Klaus, investigada por manter clínicas clandestinas onde mais de 70 pessoas eram mantidas em condições de tortura, deixou o presídio nesta quinta-feira (21). A suspeita conseguiu na Justiça o direito de cumprir prisão domiciliar.
A decisão que solicitou o cumprimento da prisão domiciliar foi expedida pela juíza Lígia Nunes de Paula. O documento explica que Suelen deve fazer o uso de tornozeleira eletrônica. Apesar da soltura de Suelen, o marido dela, Angelo Mário Klaus e outras quatro pessoas estão presas. Os seis foram indiciados por tortura, sequestro e cárcere privado.














