Na manhã desta terça-feira (4), durante uma coletiva de imprensa, foram apresentados detalhes sobre a prisão de Carlos César Savastano Toledo, conhecido como Cacai Toledo, investigado pela morte do empresário Fábio Alves Escobar Cavalcante, ocorrida em 2021. A prisão foi efetuada na segunda-feira (3) em Samambaia, cidade próxima ao Distrito Federal, após intensos trabalhos de inteligência realizados pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).
Compuseram a mesa de autoridades os delegados André Ganga (Delegado-Geral da PCGO), Thiago Torres (titular da DRACO), Klayter Camilo e Gil Bathaus (adjuntos da DRACO), Gustavo Rigo (superintendente de Inteligência da PCGO) e o secretário de Segurança Pública, Renato Brum. Durante a coletiva, foi destacado que além da investigação sobre o assassinato de Fábio Escobar, a PCGO também investigará um suposto favorecimento pessoal ao indiciado.
A defesa de Cacai, representada pelo advogado Demóstenes Torres, afirmou que estava em acordo com as autoridades competentes para a apresentação voluntária de Carlos César Savastano Toledo, ressaltando que a única exigência era a proteção da vida do indiciado. Segundo o advogado, Cacai teme “os verdadeiros mandantes do crime praticado contra Fábio Escobar”.
Nota da defesa de Cacai na íntegra:
“A defesa informa que estava em tratativas com as autoridades competentes para apresentar Carlos César Savastano de Toledo, cuja única exigência sempre foi de que sua vida seja protegida. Ele teme, com razão, os verdadeiros mandantes do crime praticado contra Fábio Escobar.
Agora, com o cumprimento do mandado de prisão, confia que sua integridade seja preservada pelas forças de segurança pública, Ministério Público e Poder Judiciário.”














