O evento no qual o ministro do STF Alexandre de Moraes fez palestra antes de ser agredido no aeroporto de Roma, na Itália, na sexta-feira, 14, foi promovido pela faculdade goiana Unialfa, que pertence a um grupo empresarial condenado a pagar R$ 55 milhões de danos morais coletivos por divulgar um “tratamento precoce” contra a Covid-19, com medicamentos sem ação comprovada.
A Unialfa foi condenada em maio pela Justiça Federal no Rio Grande do Sul pela divulgação de um chamado “Manifesto pela Vida”, que estimulava o consumo de medicamentos ineficazes contra a Covid, o chamado “Kit Covid”. A empresa faz parte do Grupo José Ales, que também é dono da Vitamedic Indústria Farmacêutica, que fabrica o antiparasitário Ivermectina.
Procurados, os envolvidos não se manifestaram.














