A primeira participação de Rachel Apa na Maratona de Nova York era também uma homenagem ao avô. Aos 24 anos, a americana treinou por meses e decidiu usar a corrida para arrecadar doações à Parkinson’s Foundation. O familiar havia morrido em 2022 em decorrência da doença.
Rachel desmaiou no domingo (1º), quando percorria o trecho final da prova, no Central Park, em Manhattan. Ela foi socorrida e levada ao hospital, onde a morte foi confirmada.
Esporte fazia parte de sua trajetória
Antes de se preparar para a maratona, Rachel havia jogado hóquei em campo pela Universidade Bucknell. Na vida profissional, atuava como gerente de produto em uma empresa de componentes elétricos.
A família acompanhava a realização desse projeto. A mãe estava no percurso e registrou uma imagem da filha sorrindo durante a corrida. O pai, Steve Apa, enviava mensagens de incentivo à distância. Mas, perto do fim da prova, Rachel parou de responder às mensagens.
Médicos que assistiam à prova ajudaram no atendimento
De acordo com o The New York Times, a jovem caiu por volta das 13h30. Uma assistente social tentou socorrê-la e não encontrou pulso. Dois médicos que assistiam à corrida começaram a reanimação. Depois, a equipe da organização chegou com um desfibrilador. Rachel foi levada de ambulância ao Mount Sinai Medical Center.
Segundo o relato, as tentativas de reanimação duraram seis horas. A morte foi confirmada às 21h40. O pai informou ao jornal que a causa foi rabdomiólise. A condição provoca a destruição de fibras musculares e pode ter consequências graves para o organismo.
A organizadora, New York Road Runners, lamentou a perda e prestou solidariedade à família e aos amigos. A maratona reuniu cerca de 60 mil participantes e marcou os 50 anos do percurso pelos cinco distritos de Nova York.
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