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Governo Federal vai encaminhar ao Congresso proposta de novos cargos em universidades

Ampliação anunciada por Camilo Santana (Educação) se conecta à construção de 100 novos institutos federais e dez novos campi em universidades brasileiras


Avatar Por Redação Tribuna do Planalto em 13/08/2025 - 15:32

Governo Federal

O ministro Camilo Santana (Educação) revelou nesta quarta-feira, 13 de agosto, que o Governo Federal vai propor em breve a abertura de novos cargos em universidades e institutos federais. “O presidente Lula deve encaminhar nos próximos dias um projeto de lei para o Congresso Nacional que autoriza a abertura de novas vagas. A partir da aprovação, as universidades vão estar permitidas a fazer os concursos públicos”, disse, durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro. “Estamos construindo 100 novos Institutos Federais em todo o Brasil. São 10 novos campi em universidades. É fundamental a ampliação de pessoal, tanto de professores como de ensino técnico”.

“Estamos construindo 100 novos Institutos Federais em todo o Brasil. São 10 novos campi em universidades. É fundamental a ampliação de pessoal, tanto de professores como de ensino técnico”. Camilo Santana, ministro da Educação.

Segundo Santana, a construção dos novos institutos atende a um anseio dos estudantes do ensino médio. “Em 2023, quando fizemos uma consulta para as mudanças do ensino médio, 85% dos alunos responderam que gostariam de ter o ensino médio vinculado ao ensino técnico”, registrou o ministro.

Vocações

Segundo ele, as políticas precisam ser voltadas para as necessidades e vocações da educação brasileira. “Pela primeira vez, temos uma política nacional de educação técnico-profissionalizante aprovada por lei pelo Congresso. Temos uma política, uma estratégia, uma rede importante federal e estadual, toda articulada”, destacou.

Propag

Camilo tratou ainda do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que prevê a revisão de termos das dívidas de estados e do Distrito Federal com a União. Grande parte do que deixará de ser pago pelos estados e DF à União deverá ser compensado com investimentos na educação. “Os estados vão ter que investir 60% do montante em educação. Nossa proposta nos próximos cinco anos, a partir desse programa, é que a gente possa mais do que dobrar o número de alunos do ensino técnico-profissionalizante. Vão ser bilhões de reais que os estados deixarão de pagar à União e, em contrapartida, vão ampliar o ensino técnico médio”.

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