De acordo com a Secretaria, a manutenção dos números reforça o alerta para a continuidade de ações preventivas tanto entre os profissionais de saúde quanto no cuidado diário realizado pela população. O diagnóstico precoce em humanos e animais é fundamental para evitar complicações graves e para garantir abordagens de controle mais eficazes. Não há vacina para as leishmanioses em humanos. Assim como também não há vacinas para o combate da leishmaniose visceral em cães licenciadas no Brasil.
A SES-GO frisa que as semelhanças nos números de 2024 e 2025 não devem ser interpretadas como uma estabilização positiva, mas como um alerta para a necessidade das ações de combate. A população deve estar atenta para as principais formas de prevenção, como o uso de repelentes, telas de proteção em casa, manutenção de quintais limpos, correta destinação de lixo orgânico. Já quanto aos animais, é imprescindível o cuidado constante, com atenção para o aparecimento de sinais clínicos, além da utilização das coleiras repelentes. Isso é essencial para que os números sejam reduzidos pelos próximos anos, evitando novos óbitos e casos no estado.
Sintomas
Segundo o Ministério da Saúde, os sintomas da leishmaniose podem ser:
- Leishmaniose visceral: febre irregular, prolongada; anemia; indisposição; palidez da pele e ou das mucosas; falta de apetite; perda de peso; inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.
- Leishmaniose cutânea: duas a três semanas após a picada pelo flebótomo aparece uma pequena pápula (elevação da pele) avermelhada que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. A doença também pode se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.















