O vice-governador Daniel Vilela (MDB) assume oficialmente o comando do Governo de Goiás nesta terça-feira (31), em cerimônia marcada para as 14h, na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). O ato formaliza a saída de Ronaldo Caiado (PSD) do cargo e inaugura um novo ciclo à frente do Executivo estadual, com a presença de autoridades, parlamentares e lideranças políticas de diversas regiões.
A programação tem início ainda no início da tarde, com um almoço organizado pelo presidente da Alego, deputado Bruno Peixoto (UB), voltado à recepção de prefeitos, vereadores e aliados que se deslocam do interior para acompanhar a posse. A proposta é uma recepção simples, com referências à culinária regional.
Na sequência, no Plenário Iris Rezende, ocorre a solenidade oficial, com as presenças de Ronaldo Caiado e da primeira-dama Gracinha Caiado, além de Daniel Vilela, acompanhado da esposa, Iara Netto Vilela. Também devem participar deputados estaduais e federais, senadores e representantes de diferentes correntes políticas.
Durante a cerimônia, Caiado entrega formalmente a carta de renúncia ao presidente da Alego, etapa que oficializa sua saída do cargo. Em seguida, Daniel Vilela presta compromisso e é empossado governador, garantindo a continuidade administrativa do Estado.
Após o ato legislativo, a programação segue para o Palácio das Esmeraldas, onde, às 16h, ocorre a tradicional transmissão simbólica do cargo, com a passagem da faixa governamental.
A saída de Caiado também terá um gesto simbólico: ele deve deixar o Palácio das Esmeraldas a pé, acompanhado por aliados, em direção ao seu apartamento no Setor Oeste, encerrando um período de 7 anos e 3 meses à frente do governo estadual. A mudança de residência já foi praticamente concluída.
Do outro lado da transição, Daniel Vilela ainda não definiu quando se mudará para a sede oficial do governo. Há a possibilidade de uma breve passagem pelo Palácio Conde dos Arcos, na cidade de Goiás, antes da instalação definitiva em Goiânia.
Aliados do novo governador indicam que o início da gestão será marcado pela continuidade, cuja tendência, segundo interlocutores, é manter a estrutura administrativa e dar sequência aos projetos em andamento, ao menos neste primeiro momento. Eventuais mudanças devem ocorrer de forma gradual, especialmente com a desincompatibilização de auxiliares que pretendem disputar as eleições de 2026













