O Governo de Goiás prorrogou o prazo de inscrições do programa Cerrado em Pé em municípios participantes da edição 2026. Com isso, amplia o tempo para adesão de produtores rurais interessados. Além disso, a iniciativa remunera quem mantém áreas de vegetação nativa preservadas no bioma Cerrado.
Coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), o programa contempla imóveis rurais em 14 municípios do estado. Agora, os prazos variam conforme a localidade. Em parte das cidades, as inscrições seguem até 30 de abril. Já em outras, por outro lado, o prazo foi estendido até 30 de junho.
Municípios contemplados
O programa atende produtores rurais nos seguintes municípios:
• Niquelândia
• Minaçu
• São João d’Aliança
• Cavalcante
• Monte Alegre de Goiás
• Alvorada do Norte
• Damianópolis
• Mambaí
• São Domingos
• Alto Paraíso de Goiás
• Nova Roma
• Teresina de Goiás
• Colinas do Sul
• Guarani de Goiás
Quem pode participar
Podem se inscrever proprietários e posseiros rurais, pessoas físicas ou jurídicas, com imóvel regularizado nas áreas definidas. Além disso, o programa aceita a inscrição de áreas entre 2 e 100 hectares de vegetação nativa excedente. Ou seja, são áreas que não têm obrigação legal de preservação.
Pagamento incentiva preservação
O Cerrado em Pé funciona como um programa de pagamento por serviços ambientais. Nesse modelo, o governo remunera produtores que optam por conservar áreas que poderiam ser utilizadas para produção.
Além disso, os valores são pagos por hectare preservado e variam conforme as características da propriedade. Em alguns casos, por exemplo, o produtor pode receber mais ao se comprometer com a recuperação de nascentes.
Programa ampliado em 2026
A edição atual ampliou o alcance do projeto para 14 municípios. Dessa forma, o programa passa a atender novas regiões estratégicas do Cerrado goiano. Além disso, o governo prevê novas etapas para aumentar a adesão.
Com isso, a proposta busca conciliar produção rural e preservação ambiental. Ao mesmo tempo, também gera renda para produtores e fortalece a conservação do bioma.
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