Repetindo o desconfortável comportamento adotado na Copa do Mundo de clubes de 2025, Donald Trump se recusou a deixar o palco de campeões da Copa do Mundo 2026. Acompanhado de Gianni Infantino, presidente da FIFA, Trump carregou o troféu até às mãos de Rodri, capitão da equipe espanhola. Ao entregar o troféu, Infantino até tentou auxiliar a saída de Donald Trump do principal palco do futebol, mas o presidente americano se recusou a sair.
Encarado por jogadores e gerando longos segundos de desconforto, Trump se posicionou ao lado do grupo campeão do mundo e mesmo com pedido expressivo de Infantino para deixar o palco, fingiu que não entendeu a orientação e permaneceu batendo palmas. Por fim, Rodri levantou a taça do mundo e Infantino balançou a cabeça em desacordo com um sorriso desconfortável.

Episódio não é inédito
Donald Trump teve essa postura no ano passado quando a equipe inglesa, Chelsea, foi campeã da primeira edição da Copa do Mundo de clubes. Ao entregar o troféu, Trump permaneceu no palco enquanto jogadores do Chelsea se encaravam em descrença. Reece James, zagueiro do Chelsea, chegou a viralizar com sua reação de desconforto em relação ao comportamento do líder norte-americano.
É possível que a decisão da FIFA de fazer Gianni Infantino acompanhar Trump na entrega da taça tenha sido uma tentativa, frustrada, de repetir o episódio da Copa Mundial de clubes.
A Copa do Mundo de 2026 chega ao fim com uma marca irreversível: O completo desconhecimento da grandiosidade do evento que ele, Donald Trump, estava recebendo, além da completa incompreensão da posição neutra que um líder de estado deveria assumir.















