A Equatorial perdeu uma receita de R$ 18 milhões por causa de obrigações financeiras passadas da Celg e da Enel quanto a contas de energia de janeiro de 2015 faturadas por estimativa, ou seja, contas cobradas na média, tendo em vista a não realização de leituras nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2014.
À época, 29 ações civis públicas foram propostas pelo Ministério Público em municípios do interior do Estado, assim como uma ação do Procon Goiás, em defesa dos consumidores da capital. Das ações propostas pelo MP, três tramitam junto à demanda do Procon Goiás, perante a 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual da comarca de Goiânia.
Assim, decisões referentes a estas demandas determinaram o refaturamento das contas do período, para verificar o consumo efetivo. No entanto, a Equatorial se adiantou na análise total dos valores devidos em todo Estado e chegou ao montante de R$ 18.649.945,89, que seria devido pelos consumidores. A empresa, então, se dispôs a uma solução conciliatória, “abrindo mão” das receitas. “Temos um perfil conciliatório, essa é a nossa forma de trabalho”, afirmou o presidente da concessionária, Lener Silva Jayme.
















