Goiânia e Anápolis se transformam em palco para a diversidade, a inovação e o cinema entre os dias 18 e 21 de junho com a realização da 12ª edição do Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás (DIGO). Consolidado como o maior evento do segmento no Centro-Oeste, o festival retorna com uma programação que reúne produções nacionais e internacionais, novas tecnologias, debates e manifestações artísticas, reforçando seu papel como espaço de visibilidade, inclusão e valorização de diferentes narrativas nas telas.
A programação se divide entre espaços estratégicos das duas cidades, com sessões simultâneas que aproximam o público de produções nacionais e internacionais. O festival ocupa salas tradicionais e também ambientes alternativos, criando uma experiência que vai além da exibição de filmes e transforma o encontro em um espaço de troca, reflexão e construção coletiva.
Um dos destaques desta edição está na aposta em inovação. Produções em formato vertical e conteúdos desenvolvidos com o uso de inteligência artificial ganham uma mostra exclusiva, sinalizando uma mudança no modo de produzir e consumir audiovisual. A proposta dialoga com novas plataformas, novos públicos e uma indústria em constante transformação. Além das sessões, o DIGO amplia sua atuação cultural com atividades paralelas que incluem oficinas, debates, apresentações artísticas e lançamento de obras literárias. A ideia é fortalecer o festival como um ambiente de formação e conexão, onde criadores, público e profissionais do setor compartilham experiências e perspectivas.
A curadoria também mantém o olhar atento para a diversidade de narrativas. Curtas e longas-metragens abordam diferentes recortes sociais, culturais e identitários, valorizando histórias que muitas vezes encontram pouco espaço nos circuitos comerciais. O resultado é uma programação plural, que reflete a complexidade e a potência das vivências retratadas.
Outro movimento importante desta edição é a expansão para além da capital. Ao incluir Anápolis na programação oficial, o festival amplia seu alcance e contribui para a descentralização do acesso à cultura, fortalecendo o audiovisual em diferentes regiões do estado. Mais do que um evento, o DIGO se consolida como um espaço de resistência, criação e visibilidade. Ao reunir cinema, arte e debate em uma mesma programação, o festival reafirma seu papel como plataforma de expressão e diálogo em um cenário cultural em constante evolução.













