As inscrições para o Concurso Público Nacional Unificado (CNU) 2025 terminam neste domingo (20), às 23h59. Neste ano, o certame vai oferecer 3.652 vagas em 32 órgãos públicos federais.
Quem tem interesse em participar da segunda edição do CNU pode se inscrever no site oficial do concurso. As provas objetivas serão aplicadas em outubro pela banca examinadora FGV.
A taxa de inscrição é de R$ 70 e pode ser paga até as 23h59 desta segunda-feira (21) por Pix, cartão PagTesouro ou presencialmente nas casas lotéricas, agências bancárias ou Correios.
O candidato só terá a inscrição validada se fizer o pagamento da taxa dentro do prazo previsto. A falta do pagamento acarretará o cancelamento automático da inscrição.
Confira o cronograma oficial do CNU
Inscrições: até 20/7/2025
Pagamento da taxa: até 21/7/2025
Prova objetiva: 5/10/2025
Divulgação da objetiva e convocação para a discursiva: 12/11/2025
Envio de títulos: 13 a 19/11/2025
Prova discursiva (para aprovados na prova objetiva): 7/12/2025
Verificação de cotas afirmativas: 30/11 a 8/12/2025
Resultado final previsto: 30/1/2026.
Permanente
O governo federal está trabalhando para que o Concurso Público Nacional Unificado (CNU) se torne uma política permanente de Estado. A informação é da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.
“Nossa ideia é que a gente possa deixar tudo pronto para que essa política se torne uma política permanente”, disse a ministra em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministra.
“A gente está trabalhando com essa lógica que se torne, de fato, uma política permanente. Mas, obviamente, depende. A gente não terá em 2026. A gente fez em 2025 justamente porque 2026 é um ano eleitoral e tem muito mais restrições nessa área de concurso.”
Segundo a ministra, a proposta é seguir um caminho similar ao do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Faz a primeira edição, aperfeiçoa pra próxima. Aperfeiçoa até que, em um momento, ele fica tão tranquilo que você entra num certo voo de cruzeiro, tranquilo pra permanecer”.
Para que isso ocorra, Esther Dweck falou da parceria com a Escola Nacional de Administração Pública: “A decisão nossa foi justamente, nessa edição do CNU 2, chamar a Enap para estar mais próxima na execução do concurso”, explicou.
“A Enap agora é quem fez a contratação da banca e assumiu a execução do concurso – obviamente, em parceria muito forte com o ministério [da Gestão e Inovação] que é, digamos assim, o gestor da política.
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