Investidores têm intensificado a pressão sobre Amazon, Microsoft e Google para que ampliem a transparência e adotem medidas mais rigorosas sobre o uso de água e energia em seus data centers. A cobrança ocorre em meio à expansão acelerada da inteligência artificial, que exige estruturas cada vez mais robustas e, consequentemente, maior consumo de recursos naturais.
De acordo com informações da Reuters, acionistas e grupos de investimento apresentaram propostas formais às empresas. Além disso, eles pedem mais transparência sobre os impactos ambientais. Também cobram estratégias claras de mitigação.
O aumento da demanda por processamento de dados elevou o consumo de energia elétrica. Da mesma forma, o uso de água para resfriamento também cresceu. Por isso, o cenário preocupa investidores atentos a riscos ambientais e regulatórios.
As big techs afirmam que adotam medidas para reduzir impactos. Entre elas, estão o uso de energia renovável e melhorias na eficiência energética. Ainda assim, investidores consideram as informações insuficientes.
A pressão acompanha uma tendência global ligada às práticas ESG. Nesse contexto, fundos têm atuado de forma mais ativa nas decisões corporativas. Assim, o objetivo é alinhar crescimento tecnológico com responsabilidade ambiental.
Outro ponto de atenção é a localização dos data centers. Por exemplo, algumas estruturas estão em regiões com escassez hídrica. Com isso, o problema pode se agravar e gerar conflitos com comunidades.
Especialistas apontam que a transparência será essencial. Além disso, metas claras devem ganhar destaque nos próximos anos. Dessa forma, empresas como Amazon, Microsoft e Google precisarão equilibrar crescimento e sustentabilidade.














