O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre agenda em Goiás nesta terça-feira (2), com compromissos nas cidades de Catalão e Rio Verde. A programação inclui a inauguração da sede definitiva do campus do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) em Catalão, a entrega do Hospital Universitário da Universidade Federal de Catalão (UFCAT) e uma visita ao Hospital Municipal Universitário de Rio Verde (HMU).
A primeira agenda ocorre pela manhã, em Catalão, onde será inaugurado o novo campus do IF Goiano. A obra recebeu investimento de R$ 6,5 milhões por meio do Novo PAC, valor que corresponde a mais de 70% do custo total do empreendimento. A unidade substitui o espaço anteriormente alugado e amplia a estrutura de ensino na cidade.
Atualmente, o campus conta com 1.210 matrículas, incluindo cursos de qualificação profissional. Entre os espaços disponíveis estão laboratórios de robótica e de tratamento mineral.
Ainda em Catalão, Lula participa da inauguração do Hospital Universitário da UFCAT. A unidade atenderá 56 municípios da macrorregião Centro-Sudeste de Goiás e terá capacidade para atender uma população estimada em mais de 1,5 milhão de pessoas.
O hospital oferecerá serviços de média e alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo atendimento em oncologia. A estrutura também será utilizada na formação de profissionais das áreas de medicina, enfermagem e psicologia.
Segundo o governo federal, o Ministério da Saúde investiu R$ 27 milhões em equipamentos para a unidade. O hospital foi projetado com modelo digital e sustentável e será o primeiro da rede HUBrasil a operar sem uso de papel.
À tarde, o presidente segue para Rio Verde, onde visita o Hospital Municipal Universitário (HMU). A unidade, que atende exclusivamente pelo SUS, realizou em janeiro deste ano a primeira cirurgia robótica da região utilizando o sistema Da Vinci X.
A tecnologia permite a realização de procedimentos de maior complexidade com precisão ampliada, menor impacto ao paciente e recuperação mais rápida. A visita contará com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de outras autoridades.













