O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) , em medida cautelar, deu um prazo de cinco dias para que a Prefeitura de Goiânia regularize a situação das Maternidades Célia Câmara, Dona Íris e Nascer Cidadão, junto à Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (Fundahc), que administra as unidades.
De acordo com a Fundação, por causa da dívida que a Secretaria Municipal de Saúde têm com a instituição, que é em torno de R$ 67 milhões, diversos atendimentos, como cirurgias e novas internações, tiveram de ser paralisados. Apenas casos de urgência e emergência estão sendo atendidos nas unidades.
A vereadora Aava Santiago protocolou denúncia no TCM contra o prefeito Rogério Cruz pela falta de repasses. Segundo a Fundahc, faltam produtos de higiene, comida, medicamentos, soro, seringas e luvas, sem contar o pagamento dos funcionários. As unidades realizam cerca de 1,2 mil partos por mês, 17 mil exames laboratoriais e de imagem, 3.400 consultas médicas, 150 cirurgias eletivas, 5.800 atendimentos de urgência e emergência e empregam mais de 2 mil pessoas.













