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Varejo de Goiás registra queda de 2,3% em setembro, aponta Índice do Varejo Stone

Estado apresenta resultados negativos há quatro meses consecutivos, enquanto Norte lidera crescimento nas vendas


Avatar Por Redação Tribuna do Planalto em 20/10/2025 - 15:17

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

O varejo de Goiás registrou queda de 2,3% nas vendas em setembro, conforme a 33ª edição do Índice do Varejo Stone (IVS). O levantamento aponta que o Estado acumula quatro meses consecutivos de resultados negativos. O estudo, que acompanha mensalmente as movimentações do setor, é uma iniciativa da Stone, principal parceira do empreendedor brasileiro.

No recorte regional, dez estados apresentaram crescimento no comparativo anual: Acre (6,5%), Amapá (5,1%), Espírito Santo (4%), Piauí (3,9%), Tocantins (2,5%), Mato Grosso (1,9%), Ceará (1,5%), Pará (0,9%), Minas Gerais (0,4%) e Roraima (0,2%). Pernambuco e Bahia registraram estabilidade.

Entre os estados com retração, os piores resultados foram no Rio Grande do Norte (4,8%), seguido por Alagoas (3,8%), Amazonas, Santa Catarina e Distrito Federal (3,4%), Rio Grande do Sul (3,2%), Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul (2,5%), Paraíba (2,4%), Sergipe (1,9%), Rondônia (1,7%), São Paulo (1,1%), Paraná (0,9%) e Maranhão (0,5%).

De acordo com o economista e cientista de dados da Stone, o Norte se destacou em setembro, com cinco dos sete estados apresentando crescimento no comparativo mensal. O Sudeste teve desempenho misto, o Centro-Oeste apresentou resultados negativos em dois dos três estados, além do Distrito Federal, e o Sul registrou retração generalizada. No Nordeste, houve altas no Piauí e no Ceará, estabilidade em Pernambuco e Bahia e queda nos demais estados, o que evidencia um cenário econômico ainda desafiador.

O relatório completo está disponível na nova plataforma de conteúdo da Stone.

 

Desempenho setorial

Cinco dos oito segmentos analisados registraram alta em setembro. O setor de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria teve o maior crescimento (6,9%), seguido por Material de Construção (4,2%), Móveis e Eletrodomésticos (2,6%), Combustíveis e Lubrificantes (0,8%) e Artigos Farmacêuticos (0,7%).

Os setores com retração foram Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (2,9%), Tecidos, Vestuário e Calçados (1,1%) e Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (0,3%).

No comparativo anual, apresentaram alta os segmentos de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (3,6%), Combustíveis e Lubrificantes (2,8%), Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (1,3%) e Artigos Farmacêuticos (1,1%). Já as retrações foram registradas em Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (2,4%), Material de Construção (1%), Móveis e Eletrodomésticos (0,9%) e Tecidos, Vestuário e Calçados (0,5%).

Na comparação trimestral, tiveram queda os setores de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (4,3%), Móveis e Eletrodomésticos (1,4%), Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (1%), Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (0,9%) e Material de Construção (0,7%). Tiveram desempenho positivo Combustíveis e Lubrificantes (0,7%), Tecidos, Vestuário e Calçados (0,6%) e Artigos Farmacêuticos (0,4%).

 

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