O vereador Coronel Urzêda (PL) afirmou que o encontro do partido no próximo sábado (27), em Goiânia, com expectativa de presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), marcará uma nova fase da pré-campanha bolsonarista em Goiás. Para ele, o evento dará tração ao projeto de Wilder Morais ao Governo de Goiás e às demais candidaturas da sigla em 2026. Até então, o partido vem recebido críticas tanto de adversários como de aliados, por supostamente estarem em clima “morno” na pré-campanha.
“A partir de sábado é outra situação, outra realidade. Preparem-se. Vão tremer, o chão vai tremer a partir de sábado com a presença do próximo presidente da República, Flávio Bolsonaro”, disse Urzêda, durante agenda da Prefeitura de Goiânia na região da Avenida 44.
O evento será realizado na Pecuária de Goiânia e deve reunir a base do PL em torno das pré-candidaturas de Flávio à Presidência, Wilder ao Palácio das Esmeraldas e Gustavo Gayer ao Senado. Urzêda também citou Oséias Varão e afirmou que o partido vai apresentar chapas para deputado federal e estadual.
O vereador defendeu que adversários subestimam a força eleitoral do PL em Goiás. Segundo ele, as críticas feitas hoje a Wilder repetem o movimento de 2022, quando o senador começou atrás nas pesquisas e terminou eleito. “Existe uma coisa que todo mundo não se apercebeu: é o tal do 22, é o tal do Bolsonaro, é o tal do milagre desse número e também da filosofia que ele trouxe para nós, de direita”, afirmou.
Urzêda também confirmou que seu nome foi chamado pelo partido para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Ele disse que colocará a pré-candidatura à disposição, mas afirmou que não pretende abandonar o mandato na Câmara de Goiânia.
“Eu não vou deixar de ser vereador. Fui eleito para isso. Enquanto vereador for, eu vou fiscalizar, vou cobrar, vou legislar”, declarou.
O parlamentar afirmou que pretende conciliar a atuação na Câmara com a agenda eleitoral nos horários livres. Também buscou se diferenciar do que chamou de “política de raposa velha”. “Eu não compro voto, eu não compro aliados. Minha política é pura. Quem entender que deve andar com a gente, anda. Quem não entender, procure outro”, disse.














