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Vanderlan define coordenador de marketing para a campanha

Senador opta por 'solução caseira' e define Leandro Arantes, seu assessor de imprensa para o cargo


Domingos Ketelbey Por Domingos Ketelbey em 25/08/2026 - 20:54

O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) definiu o jornalista Leandro Arantes como responsável pela comunicação e pela estratégia de sua campanha à reeleição ao Senado. A escolha mantém no comando do marketing um profissional que já acompanha a trajetória eleitoral do parlamentar há anos.

Arantes esteve à frente da comunicação da campanha de Vanderlan em 2018, quando o senador conquistou a primeira colocação na disputa em Goiás, com 1.729.637 votos. Também cuidou dos programas partidários do PSD no período em que Vanderlan presidiu a legenda.

O senador resumiu a decisão como uma aposta em uma “solução caseira”. A avaliação é de que o histórico de trabalho conjunto reduz o período de adaptação e permite que a campanha seja construída a partir de características já conhecidas de sua atuação política.

Formado em Jornalismo pela PUC Goiás, Arantes atua em campanhas desde 2013. No currículo estão a pré-campanha ao governo estadual em 2014, trabalhos na campanha do ex-deputado federal Giuseppe Vecci e participações em eleições municipais de Goiânia.

Na montagem da equipe, ele terá ainda o apoio de nomes próximos a Vanderlan, como o ex-prefeito de Inhumas Abelardo Vaz, o assessor parlamentar Isaias Lima e o produtor Paulo Fernando.

A orientação inicial é evitar uma campanha concentrada apenas em peças de impacto. “A gente não vai fazer um show pirotécnico”, afirmou Arantes, ao indicar que a comunicação pretende explorar principalmente a trajetória e a atuação do senador.

Um dos eixos será a presença de Vanderlan nos municípios ao longo do mandato. A campanha deverá usar esse histórico para tentar estabelecer contraste com adversários que, na avaliação do grupo, chegam à disputa com maior presença nas redes sociais do que atuação política no interior.

Segundo Arantes, a intenção é levar o eleitor a comparar os candidatos a partir do que fizeram antes da eleição. “Agora é que o eleitor vai refletir sobre quem ele quer no Senado pelos próximos oito anos”, disse.

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