Werlley Pereira Fernandes, servidor da Comurg, suspeito de importunação e assédio sexual contra colegas de trabalho continua preso.
Segundo as denunciantes, o homem mostrava o órgão genital às funcionárias e as abusava à força. Elas contaram ao Popular que, mesmo fugindo do homem, todas as vezes ele punia as mulheres que diziam não a ele.
Em nota, a Comurg disse que tomou medidas administrativas e aguarda a conclusão do inquérito policial.















