A Prefeitura de Goiânia publicou a Portaria nº 258/2026 e atualizou a Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (Remume). Com isso, a rede municipal passa a contar com 66 novos medicamentos disponíveis para uso nas unidades de saúde e distribuição à população.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a atualização busca alinhar a lista às demandas das unidades e dos pacientes. Além disso, a medida amplia as opções terapêuticas e prioriza a segurança no uso de medicamentos.
A nova Remume inclui medicamentos voltados à saúde mental, como amitriptilina, escitalopram, risperidona, trazodona, topiramato, levomepromazina e naltrexona. Dessa forma, a rede passa a oferecer mais alternativas para individualizar tratamentos e melhorar a assistência.
Além disso, a lista incorpora a rosuvastatina para o tratamento de dislipidemias. O medicamento atua na redução do colesterol e contribui para a prevenção de doenças cardiovasculares.
Outra novidade é a inclusão da tenecteplase injetável, utilizada no atendimento de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Com isso, o município reforça o atendimento de urgência e emergência e amplia as chances de reduzir sequelas e mortes.
Inclusão e acessibilidade
A atualização também contempla novas apresentações, como xaropes e soluções orais. Entre os exemplos estão dropropizina, escitalopram em solução e risperidona líquida. Assim, crianças e pacientes com dificuldades de deglutição passam a ter maior facilidade no tratamento.
Além disso, a Remume inclui medicamentos como cipionato de testosterona, estradiol em gel e undecilato de testosterona. Esses itens serão disponibilizados no Ambulatório Transviver e fortalecem o atendimento à população trans no município.
Prazo para disponibilização
Secretaria Municipal de Saúde estabeleceu prazo de até 180 dias para aquisição e distribuição dos novos medicamentos. Nesse período, a pasta deve realizar os processos de compra e organizar a logística de entrega.
Após essa etapa, os medicamentos estarão disponíveis nas 54 farmácias da rede municipal. Com isso, a gestão espera melhorar o controle de doenças, reduzir complicações e ampliar a qualidade de vida dos usuários.
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