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Anselmo Pereira diz que Prefeitura estuda demandas de servidores administrativos da Educação

Declaração ocorreu após reunião entre Prefeitura, Sintego e deputada Bia de Lima, em meio ao início da greve da Educação em Goiânia


Lucas de Godoi Por Lucas de Godoi em 12/05/2026 - 10:19

Anselmo Pereira afirma que Prefeitura de Goiânia realiza estudos sobre demandas de servidores administrativos da Educação
Anselmo Pereira afirma que administração municipal mantém diálogo com representantes da categoria (Foto: Divulgação)

O prefeito em exercício de Goiânia, Anselmo Pereira (MDB), afirmou nesta terça-feira (12) que a Prefeitura realiza estudos sobre reivindicações apresentadas por auxiliares, agentes e assistentes administrativos da rede municipal de educação., diante da greve que começou nesta terça-feira. A declaração ocorreu após reunião realizada na noite de segunda-feira (11) entre integrantes da gestão municipal, representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) e a deputada estadual Bia de Lima (PT).

“Recebemos ontem à noite, às 20h30, a presidenta do Sintego e a deputada Bia. Vamos receber novamente na quinta-feira para que os estudos que estão sendo feitos possam ser encaminhados para o atendimento breve da questão dos assistentes, agentes e auxiliares da Educação”, afirmou Anselmo durante sessão na Câmara Municipal.

Segundo o prefeito em exercício, as discussões envolvem reivindicações ligadas à estrutura de cargos, remuneração e equiparação funcional dos servidores administrativos da Educação. “Na verdade, não é problema só desse governo, é de outros que já vem acontecendo e que nós precisamos trazer a eles a isonomia, inclusive de outros auxiliares de secretarias que já existem em outras esferas da administração”, declarou.

As falas ocorreram no mesmo dia em que o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) reconheceu a legalidade da greve da Educação, mas determinou a manutenção mínima de 70% dos servidores em atividade. A decisão do desembargador Maurício Porfírio Rosa também exige que o Sintego apresente plano de continuidade mínima das atividades educacionais, principalmente na educação infantil e nos serviços de alimentação escolar.

Apesar da decisão judicial, o Sintego manteve a convocação da greve e realizou mobilização no Cepal do Setor Sul. Em vídeo divulgado à categoria, a presidente em exercício do sindicato, Ludmylla Morais, afirmou que o percentual determinado pela Justiça deve ser considerado em nível de rede e manteve o chamado para adesão ao movimento.

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