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56% dos líderes de empresas familiares priorizam a expansão dos negócios

Adotar ações em prol do combate às mudanças climáticas é visto como uma das principais responsabilidades por 72% dos sucessores brasileiros; no mundo, esse índice é de 47%

Por Redação Tribuna do Planalto - 19/07/2022

A pesquisa global NextGen 2022, desenvolvida pela PwC, mostra que a expansão para novos setores e mercados é vista como prioridade por 56% da próxima geração de líderes de empresas familiares brasileiras. O levantamento, que ouviu 1.306 negócios no mundo, destaca que a preocupação de garantir a prosperidade e o patrimônio da família é maior no Brasil do que em outros países: globalmente, 47% dos sucessores se enxergam responsáveis nesse mesmo sentido.

“A pandemia acelerou mudanças e a transição de poder em muitas empresas familiares. Nossa pesquisa mostra o desejo da futura geração de líderes em aprender novas competências para impulsionar o crescimento dos negócios em tempos tão incertos e o compromisso deles com a construção da confiança, algo que é uma marca registrada dessas empresas”, afirma Carlos Mendonça, sócio e líder de Serviços para Empresas Familiares da PwC Brasil.

A pesquisa mostra que, para as novas gerações, o crescimento por si só não é suficiente para manter a sobrevivência dos negócios. Políticas ESG (práticas ambientais, sociais e de governança corporativa) estão vinculadas à confiança no mercado e são fundamentais para garantir a estabilidade dos negócios e atrair investidores e consumidores. Adotar ações em prol do combate às mudanças climáticas é visto como uma das principais responsabilidades por 72% dos sucessores brasileiros. Globalmente, essa percepção diminuiu para 47%.

Mesmo com essa percepção, implementar práticas ESG é visto como um desafio para essa futura geração, que precisará de novas capacidades além do conhecimento digital para responder às preocupações ambientais, sociais e de governança. Os dados da NextGen mostram que é preciso alcançar emissões líquidas zero, gerenciar as novas tendências da força de trabalho, à medida que se enfrenta “a grande onda de pedidos de demissão”, e identificar novos mercados em um mundo pós-pandemia.

“Em um cenário marcado por incertezas de todos os tipos, guerras, crises sanitárias e econômicas e mudanças climáticas, as empresas familiares precisam estar prontas para reagir e se adaptar rapidamente. A futura geração de líderes entende esse desafio e é capaz de perceber o vínculo existente entre as perspectivas de crescimento do negócio e as questões ESG”, pontua Helena Rocha, sócia da PwC Brasil.

 

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