O ex-candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, afirmou que ainda não decidiu se votará no segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). Ele disse que considera anular o voto ou simplesmente não comparecer às urnas. A declaração foi feita após críticas do empresário Pablo Marçal, que comparou Renan ao líder nazista Adolf Hitler e chamou seus apoiadores de “esquisitos”. As informações são da CNN Brasil.
Em resposta, Renan afirmou que Marçal atacou tanto sua imagem quanto a de seus eleitores. Nas redes sociais, disse que cada pessoa deve escolher livremente em quem votar, mas criticou quem, segundo ele, acredita que apoiar um dos candidatos do segundo turno seria uma forma de “salvar o Brasil”.
Marçal fez as declarações durante entrevista ao podcast IronTalks TV. Além da comparação com Hitler, o empresário afirmou que Renan teria formado uma espécie de “seita” entre jovens. Marçal participa da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Renan também usou a publicação para criticar propostas apresentadas por Flávio durante o debate com Lula. Ele questionou a promessa de renegociar ou comprar dívidas de brasileiros e empresas, dizendo que a medida poderia ter custo elevado. O ex-candidato ainda ironizou a proposta de criação de um Ministério da Prosperidade para reunir programas sociais.
No primeiro turno, Renan recebeu 2.675.887 votos, o equivalente a 2,24% do total, e terminou em quarto lugar na disputa presidencial. Desde que ficou fora do segundo turno, ele não declarou apoio formal a Lula ou a Flávio. Agora, além de rebater Marçal, sinaliza que pode não participar da votação ou escolher o voto nulo.













