O Ministério Público de Goiás vai investigar se houve uma suposta “rede de apoio” em torno da fuga do prefeito de Iporá, Naçoitan Leite. O homem, que é suspeito de invadir a casa da ex-companheira e disparar 15 vezes contra ela e o namorado dela, ficou cinco dias “em fuga”. O objetivo é saber se o prefeito recebeu ajuda enquanto estava sendo procurado. Conforme o promotor de Justiça Luiz Gustavo Soares Alves, também serão investigadas possíveis negociações da prisão entre a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e a defesa do prefeito.
Naçoitan se entregou à Polícia Civil na manhã de quarta-feira (23). Ele estava acompanhado pelo advogado Thales Jayme. O prefeito passou por audiência de custódia, no mesmo dia, em que foi determinada a continuidade da sua prisão.
Em nota enviada enquanto o prefeito estava foragido, a defesa alegou que não houve “qualquer intenção, naquela ocasião ou em qualquer outra, de atingir a integridade física de quem quer que seja”.















